APREENSÃO

PF apreende 1,9 quilo de skunk no Aeroporto dos Guararapes, no Recife

A droga foi encontrada sob as roupas de um homem que vinha de Manaus, no Amazonas, com destino a Natal, no Rio Grande do Norte

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Publicado em 26/07/2019 às 8:24
Foto: Divulgação/PF
A droga foi encontrada sob as roupas de um homem que vinha de Manaus, no Amazonas, com destino a Natal, no Rio Grande do Norte - FOTO: Foto: Divulgação/PF
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A Polícia Federal (PF) apreendeu 1,9 quilo de skunk, também conhecida como supermaconha, no Aeroporto dos Guararapes, no Recife. A droga foi encontrada durante uma fiscalização de rotina destinada a reprimir o tráfico internacional e doméstico de entorpecentes. A apreensão aconteceu na terça-feira (23), mas os detalhes só foram divulgados nesta sexta-feira (26).

De acordo com a PF, alguns passageiros foram selecionados para uma entrevista prévia. Ao responder as perguntas, um deles respondeu com bastante insegurança aos questionamentos, afirmando que chegou ao Recife para fazer “programa”. Segundo o passageiro, as despesas seriam pagas por seu cliente, a quem teria conhecido pela internet. Aos policiais, o homem também disse que ficaria na casa de um amigo, porém não soube informar o local nem o nome desse amigo.

As suspeitas sobre o passageiro aumentaram porque ele vestido com um casaco de frio, apesar de ter saído da Região Norte, onde costumeiramente faz calor.

A ação teve seu desfecho quando, após uma busca pessoal no corpo do suspeito, um policial descobriu escondido debaixo de suas roupas, quatro pacotes plásticos, que estavam presos na sua barriga por esparadrapos. Nos invólucros encontrados, havia substância orgânica que ao passar pelo exame narcoteste deu positivo para skunk. Além da droga também foram apreendidos um aparelho celular e a passagem aérea do suspeito.

Flagrante

O homem foi preso em flagrante e levado para a Superintendência da Polícia Federal no Cais do Apolo, área central do Recife, onde foi pelo crime de tráfico interestadual de entorpecentes. Se condenado, ele poderá pegar pena que varia de 5 a 20 anos de reclusão.

Durante o interrogatório o homem afirmou que foi contratado por uma pessoa em Manaus, no Amazonas. Ele contou ainda que estava passando por problemas financeiros e iria ganhar R$ 2,6 mil para levar a droga até Natal, no Rio Grande Norte.

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