Cultura e educação

Entrega do Prêmio Geneton Moraes marca reabertura da Fundaj do Derby

Prédio sedia o Cinema da Fundação, Galeria Vicente do Rego Monteiro e mais

JC Online
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Publicado em 27/03/2018 às 15:20
Leo Motta/JC Imagem
Prédio sedia o Cinema da Fundação, Galeria Vicente do Rego Monteiro e mais - FOTO: Leo Motta/JC Imagem
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O Edifício Ulysses Pernambucano, que sedia o centro cultural e educacional da Fundação Joaquim Nabuco no Derby, foi reinaugurado segunda-feira (26), após reforma que durou dois anos. Na ocasião, além da apresentação das instalações, também foram entregues os prêmios da primeira edição do Prêmio Geneton Moraes Neto de Jornalismo, além de medalhas para personalidades que contribuíram com a promoção da educação em Pernambuco, entre elas o empresário João Carlos Paes Mendonça.

Para o ministro da Educação, Mendonça Filho, a entrega do complexo após a reforma, que custou R$ 8 milhões, representa um ganho para o Recife. Com ele, são entregues de volta à cidade a Sala Vicente do Rego Monteiro, direcionada para exposições de artes visuais, o Cinema da Fundação, a Sala de Leitura e a Escola de Inovação e Políticas Públicas.

“A Fundação Joaquim Nabuco é uma instituição séria, respeitada na história de Pernambuco e que durante algum período me parece que estava de certo modo esquecida e necessitava de certas iniciativas que pudessem levar adiante alguns projetos importantes dentro desta própria casa. Ele precisava ser recuperado, ampliado e modernizado como um espaço de cultura, de acesso à educação e formação de bons gestores público”, pontuou Mendonça Filho.

PRÊMIO

Os vencedores da primeira edição do Prêmio Geneton Moraes Neto de Jornalismo, nomeado em homenagem ao repórter pernambucano falecido em 2016, também foram divulgados na ocasião. A viúva de Geneton, Elizabeth Garson Passi de Moraes, estava presente representando a família.
Com o tema Memória e Cidade, foram premiados, na categoria videojornalismo, Ana Graziela Aguiar, com Gosto amargo do Rio Doce (1º lugar); Colônia Itapuã, a cidade fantasma, de Luís Barbará (2º lugar); e As cores da cidade, de Thaís Antônio (3º lugar).

Na categoria texto jornalístico, o primeiro lugar ficou com André Oliveira, do El Pais, com A Favela do Parque Cidade Jardim: uma metáfora da São Paulo moderna. Mateus Araújo, ex-repórter do Jornal do Commercio, ficou com o segundo lugar com o especial À Luz de Verger. Roberta Soares, jornalista deste JC, completou a lista de premiados com a reportagem Pelo Caminhar.

Entre as honrarias da noite, foram entregues medalhas pelos esforços pró-educação aos empresários João Carlos Paes Mendonça e Ricardo Brennand; o ex-senador Marco Maciel, o senador Cristovam Buarque, o professor-emérito da UFPE José Luiz Mota Menezes e o historiador Manuel Correia de Andrade (in memoriam).
O cineasta Cacá Diegues, que será celebrado durante a programação especial de reabertura do Cinema da Fundação, também estava presente.

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