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Central recebe o Corinthians sub-23 em festividade do centenário

Jogo encerra comemorações dos 100 anos da Patativa

Diego Borges
Diego Borges
Publicado em 30/06/2019 às 8:05
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Foto: Central / Divulgação
Jogo encerra comemorações dos 100 anos da Patativa - FOTO: Foto: Central / Divulgação
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Eliminado na Série D do Brasileirão, o Central só volta a campo por uma partida oficial na próxima temporada, em 2020. Mas hoje, contra o Corinthians no Lacerdão, a torcida alvinegra terá mais um motivo para comemorar o centenário do clube. Mais do que isso, será oportunidade para relembrar grandes jogos da história da Patativa de Caruaru.

Bem verdade que será o escrete sub-23 do Corinthians, mas as presenças de ídolos históricos como Viola e Zenon ajudam a resgatar a memória de um tempo em que o Central recebia gigantes do futebol em Caruaru e aprontava das suas.

Foi assim em 1986, quando venceu o Flamengo de Zinho, Bebeto e outros craques, diante de quase 25 mil espectadores, em uma das memórias mais célebres dos torcedores. Mas a história começa lá atrás, em 1936, antes mesmo da Patativa disputar o campeonato estadual.

PRIMEIROS VÔOS

O Vasco da Gama participava de uma excursão no Recife e, por força de um conselheiro do Central, acabou estendendo a caravana para Caruaru, nas cinco horas de estrada de terra à época.

Os cariocas, base da equipe que seria campeã estadual à época, haviam aplicando goleadas sobre Náutico (5x2) e Santa Cruz (6x2). O que naturalmente fazia com que as apostas fossem voltadas a quantos gols o combinado de jogadores do Central e do Sport Club Caruaru tomaria.

Mas o que se viu em campo foi bem diferente. O Vasco até abriu o placar, mas o alfaiate Tutu entraria para a história como o dono da festa. Matou uma bola no peito e, de ‘sem pulo’, mandou para o fundo da rede, para delírio dos caruaruenses incrédulos.
O gol, no entanto, foi anulado pela arbitragem contestada, que ainda encerrou o jogo dez minutos antes do fim previsto, enquanto o combinado pressionava o Vasco. O jogo terminou mesmo 1x0, mas o brio dos centralinos foi tamanho que impulsionou a entrada no Campeonato Pernambucano do ano seguinte.

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