O desfecho da negociação da CBF com a treinadora sueca Pia Sundhage a confirmou no comando da seleção brasileira de futebol feminino nesta quinta-feira (25). Em entrevista à publicação de seu país SportExpressen, a técnica explicou que o contrato com a entidade brasileira a deixa livre para escolher seu assistente técnico. Ela pretende contar com duas pessoas: alguém de sua confiança e um profissional brasileiro.
Pia destacou o respeito pelo que foi feito antes na seleção e citou o desempenho na Copa do Mundo, ao afirmar que vai manter o assistente. "Mas eu também queria trazer minha própria pessoa, porque estou sozinha lá, e como posso ser a melhor treinadora que sou, preciso de alguém com quem me sinta à vontade. Está no contrato que posso decidir sobre o meu assistente", explicou.
A técnica, porém, não disse quem a acompanhará no Brasil. Por enquanto, ela está apenas aliviada por ter concluído a negociação. O sentimento é, segundo Pia, de exaltação. Ela lembrou de sua passagem pela China, Estados Unidos e Suécia. Agora, o desafio é em outro continente, o qual não conhece tanto.
"Mas para mim, o Brasil é sinônimo de futebol. Eles têm jogadoras técnicas e explosivas. Pode ser muito bom, penso e espero. Eu recebi uma ótima resposta. Eu apenas sento e desfruto", completou a treinadora.