NÁUTICO

Técnico do Náutico não esconde chateação, mas reconhece Santa melhor em clássico

'Não gosto de perder', frisou o treinador do Náutico

Diego Borges
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Diego Borges
Publicado em 22/06/2019 às 21:12
Foto: Diego Borges / JC Imagem
'Não gosto de perder', frisou o treinador do Náutico - FOTO: Foto: Diego Borges / JC Imagem
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O Técnico Gilmar Dal Pozzo não escondeu a chateação pela derrota do Náutico no Clássico das Emoções deste sábado para o Santa Cruz. Embora o placar tenha terminado em apenas 1x0 e o Timbu apresentado momentos ofensivos na partida, o treinador alvirrubro reconheceu o melhor futebol dos adversários no duelo e espera que os atletas absorvam a mesma sensação de 'revolta' por não ter vencido.

"Fico muito chateado quando a gente perde, indignado e revoltado. Não gosto de perder. Estou há 30 anos no futebol e não gosto de perder. Falei para os atletas também terem esse sentimento. Se a gente quiser alcançar o objetivo, nós temos que ter esse sentimento", justificou Dal Pozzo, antes de apontar méritos para o rival. "Uma palavra que eu sempre falo é merecimento. O Náutico teve momentos bons, equilibramos o jogo, mas o Santa Cruz foi melhor e venceu."

Para o treinador alvirrubro, os tricolores se sobressaíram no primeiro tempo da partida. "Tivemos muitas dificuldades e o Santa Cruz conseguiu criar. Mesmo o Jefferson não fazendo grandes defesas, mas fez intervenções. O Santa Cruz teve mais volume e estava mais próximo da nossa área. Conseguimos equilibrar nos últimos 15 minutos do primeiro tempo e conseguimos ter uma marcação melhor", frisou.

SEGUNDO TEMPO

Já na etapa complementar, o treinador apontou o fato do Náutico não ter aproveitado a oportunidade que surgiu para abrir o placar, com Wallace, após erro da defesa coral. "Tivemos uma postura diferente. Mas aí entra o detalhe do futebol. Num momento em que a gente estava melhor, em uma situação clara de gol, o Wallace não conseguiu acertar o gol. Dois a três minutos depois, num erro nosso também, o adversário foi lá e fez o gol."

"A partir disso ficou mais confortável para o Santa Cruz jogar no contra-ataque e a gente teve que propor o jogo. Procurei fazer as alterações no final, a última (Rafael Oliveira no lugar de Josa) arriscando bastante. Tivemos maior volume, mas não traduzimos em chances de gol. Então, mereceu o Santa Cruz a vitória", completou o treinador do Náutico.

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