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Mudança na cultura de contratação do Náutico

O clube busca modificar política contratual

Karoline
Karoline
Publicado em 19/11/2019 às 8:25
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Foto: Fernando Castro/JC
O clube busca modificar política contratual - FOTO: Foto: Fernando Castro/JC
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Sendo chapa única na eleição para o biênio 2020-2021, a atual gestão do Náutico busca mudar a política contratual do clube. Ao invés de seguir assinando vínculos de apenas um ano com os atletas, o Timbu passaria a contratar jogadores por dois anos. De acordo com o vice-presidente de futebol alvirrubro Diógenes Braga, não há nada de errado em ter acordos de um ano, apenas algo cultural do clube.

Mas, ele enxerga o futebol de uma maneira diferente. “Do que a gente vê a nível de futebol mundial, os times de sucesso, que têm sucessivamente bons resultados são os que têm manutenção de espinha dorsal. Não só de time, mas de elenco”, disse.

Braga destaca que é preciso começar a observar o futebol como um processo de, no mínimo, médio prazo. A longo prazo, com a base, algo um pouco mais trabalhoso.

E nada disso se resume apenas à questão técnica, de entrosamento ou adaptação. O contrato mais longo passa também por outros custos que acabam pesando no orçamento, com taxas, passagens aéreas e hospedagens, por exemplo.

“Quando tem continuidade do time, até isso se dilui. Quando você pega o jogador que contrata, a chegada do atleta é muito onerosa. Quando renova, dá continuidade ao contrato que já iniciou. Claro que tudo isso é secundário ao critério técnico, mas isso facilita o departamento como todo, registro, financeiro e técnico”, explicou.

Obviamente, há um risco, mas minimizado. Para Diógenes, o futebol se trabalha justamente reduzindo os danos.

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