Vôlei

Seleção de vôlei exalta campanha e foca tri olímpico

Técnico José Roberto Guimarães e as suas comandadas valorizaram a boa campanha realizada na competição

Giovanna Torreão
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Giovanna Torreão
Publicado em 14/10/2014 às 10:21
Foto: Reprodução/Internet
Técnico José Roberto Guimarães e as suas comandadas entram em quadra na madrugada deste sábado - FOTO: Foto: Reprodução/Internet
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A seleção brasileira feminina de vôlei desembarcou nesta terça-feira no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, depois de ter conquistado no último domingo o terceiro lugar do Mundial disputado na Itália. Apesar da decepção pela derrota sofrida diante dos Estados Unidos nas semifinais, o técnico José Roberto Guimarães e as suas comandadas valorizaram a boa campanha realizada na competição, na qual o Brasil só perdeu justamente este jogo que custou a perda da vaga na decisão. Para o treinador, o revés também serviu como aprendizado na busca pelo tricampeonato olímpico nos Jogos do Rio, em 2016.

"Tivemos a oportunidade de jogar com as melhores equipes do mundo e perdemos apenas uma partida. Isso é um bom sinal. O que eu lamento é que nós perdemos menos que as duas equipes que foram para a final (Estados Unidos e China)", ressaltou Zé Roberto, para depois destacar que a seleção norte-americana mostrou que é forte candidata ao ouro na próxima Olimpíada.

"Os Estados Unidos são uma equipe que cresceu bastante e têm um time que vem muito forte para a Olimpíada, que têm jogadoras (de qualidade) que nem foram para o Mundial. Cabe a nós nos prepararmos", projetou o treinador.

A central e capitã Fabiana, por sua vez, disse nesta terça-feira que a conquista do bronze com a vitória sobre a Itália no último domingo precisa ser enaltecido, embora a seleção brasileira tenha ciência de que era a principal candidata a conquistar o ouro pela excelente campanha que vinha realizando. "Eu saio do Mundial orgulhosa com o bronze porque a gente sabe da nossa luta e que fizemos um campeonato incrível", afirmou, lembrando também que decepções acumuladas nos últimos Mundiais depois foram apagadas com consagrações olímpicas. "Toda a vez que a gente perde um Mundial a gente ganha uma Olimpíada", completou, se referindo aos ouros obtidos nos Jogos de 2008 e 2012.

A oposto Sheilla também foi outra que evitou ficar lamentando muito o fato de o Brasil não ter conquistado o Mundial pela primeira vez com a seleção feminina. Ela já está focada na conquista da Olimpíada de 2016. "Nas derrotas a gente aprende, espero que a gente aprenda com isso. Apesar de não termos conquistado o Mundial, que seria uma conquista inédita, se puder escolher fico com a Olimpíada. Um tricampeonato olímpico seria muito mais marcante", enfatizou.

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