Vôlei

Bernardinho volta ao comando da seleção nesta quinta-feira (2)

Treinador pegou 10 jogos de suspensão da FIVB após confusão na final do Mundial do ano passado

Luana Ponsoni
Luana Ponsoni
Publicado em 01/07/2015 às 10:30
Alexandre Arruda/CBV
Treinador pegou 10 jogos de suspensão da FIVB após confusão na final do Mundial do ano passado - FOTO: Alexandre Arruda/CBV
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Depois de cumprir os dez jogos da suspensão imposta pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB), o técnico Bernardinho volta a comandar a seleção brasileira masculina de vôlei nos dois próximos duelos contra a Itália, válidos pela sexta rodada da fase intercontinental da Liga Mundial. As partidas acontecem em Cuiabá (MT), ambas a partir das 14h (de Brasília) desta quinta (02) e sexta-feira (03). Esses jogos serão os últimos da equipe nacional nessa fase da competição. Depois o Brasil segue para o Rio de Janeiro, onde disputará o torneio final entre os dias 14 e 19 deste mês.

Bernardinho foi obrigado a ficar longe do camando da equipe brasileira porque, após a derrota do Brasil para a Polônia na final do Mundial do ano passado, o treinador se envolveu em uma confusão. Como o líbero Mário Júnior, o ponteiro Murilo e o levantador Bruninho estiveram ao seu lado na discussão, também foram punidos. Os dois primeiros pegaram seis e um jogo de suspensão, respectivamente, enquanto o último teve de pagar uma multa de US$ 1.000,00. 

Durante as 10 partidas em que Bernardinho esteve longe da beira da quadra, o Brasil foi comandado pelo assistente técnico Rubinho. As oito vitórias no período foram motivo de elogio do técnico brasileiro à sua comissão.

“Assim como eu acredito que a força vem do time e não da individualidade, na comissão técnica, acontece o mesmo. Claro que quero dar a minha contribuição, quero estar junto, mas o mais importante é que todos estejam alinhados com a mesma filosofia, metodologia, e isso tem acontecido”, destacou Bernardinho.

O treinador lamentou a punição da FIVB e garantiu que a ausência das quadras trouxe algumas reflexões e uma maior observação das partidas. “É bom poder estar na quadra, já que a minha vida é ali. Foi duro para mim (ficar de fora), fui ferido, mas tirei um aprendizado disso tudo. Tenho páginas de observações que fiz ao assistir o jogo de outro lugar. Na quadra, se vê muita coisa, mas agora foi por uma ótica diferente. Tanto em relação à postura dos jogadores, reações em determinados momentos e muita coisa que posso trazer dessa minha experiência fora das quadras”, concluiu o técnico brasileiro.


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