Ataque

Operação contra esconderijo do EI no Sri Lanka deixa 15 mortos

No último domingo (21), ataques contra igrejas e hotéis de luxo no Sri Lanka atribuídos a extremistas islâmicos deixaram ao menos 253 mortos

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Publicado em 27/04/2019 às 8:10
Foto: JEWEL SAMAD / AFP
No último domingo (21), ataques contra igrejas e hotéis de luxo no Sri Lanka atribuídos a extremistas islâmicos deixaram ao menos 253 mortos - FOTO: Foto: JEWEL SAMAD / AFP
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Ao menos 15 pessoas, incluindo seis crianças, morreram na madrugada deste sábado (27) durante uma operação das forças de segurança contra um esconderijo do grupo jihadista Estado Islâmico no Sri Lanka, informou a polícia.

Quando militares e policiais se preparavam para invadir o esconderijo, em uma casa de Kalmunai, no leste do país, três homens se explodiram, matando seis crianças e três mulheres. "Outros três homens", supostamente suicidas membros do grupo, morreram fora da residência, informou a polícia.

Reação

O assalto provocou um tiroteio de mais de uma hora e os corpos foram descobertos quando o confronto terminou, revelou o porta-voz do Exército Sumith Atapattu. As forças da ordem não sofreram qualquer baixa.

Na última sexta-feira (26), a polícia encontrou 150 bananas de dinamite e uma bandeira do EI durante uma batida em Sammanthurai, no local onde foi gravado o vídeo reivindicando os atentados do Domingo de Páscoa, segundo investigadores.

Ataques

No último domingo (21), ataques contra igrejas e hotéis de luxo no Sri Lanka atribuídos a extremistas islâmicos deixaram ao menos 253 mortos. Até o momento 74 pessoas foram detidas, incluindo um homem que as autoridades acreditam ser o pai de dois homens-bomba. 

Na sexta, o governo informou que o extremista cingalês Zahran Hashim, considerado peça-chave dos atentados, morreu durante o ataque a um dos hotéis de luxo de Colombo.

Hashim aparecia no vídeo do Estado Islâmico que reivindicou a autoria dos ataques. Nas imagens, ele comanda sete homens em um juramento de lealdade ao líder do EI, Abu Bakr al Bagdadi.

Zehran Hashim era o líder do National Thowheeth Jama'ath (NTJ), grupo extremista local relativamente desconhecido até domingo e que o governo cingalês acusa de ter executado os atentados.

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