Crítica

Aécio aponta em nota 'contradições' de Dilma

O senador afirmou que Dilma escolheu os novos nomes da equipe econômica tentando acalmar o mercado e recuperar a credibilidade. Mas que, ao mesmo tempo, ela ''afronta'' a Lei de Responsabilidade Fiscal

Carolina Sá Leitão
Carolina Sá Leitão
Publicado em 27/11/2014 às 23:04
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O senador afirmou que Dilma escolheu os novos nomes da equipe econômica tentando acalmar o mercado e recuperar a credibilidade. Mas que, ao mesmo tempo, ela ''afronta'' a Lei de Responsabilidade Fiscal - FOTO: Foto: ABr
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O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, disse, em nota, que há contradições no governo da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) que sinalizam um "governo sem planejamento, que não sabe a direção que vai tomar".

O senador afirmou que Dilma escolheu os novos nomes da equipe econômica - confirmados nesta quinta-feira (27) - tentando acalmar o mercado e recuperar a credibilidade. Mas que, ao mesmo tempo, ela "afronta" a Lei de Responsabilidade Fiscal ao enviar ao Congresso um novo projeto para a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014, segundo ele "usando como moeda de troca os cargos públicos de sempre".

O líder tucano disse que ficou evidente hoje que a presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) "sabia estar mentindo ao País durante toda a campanha eleitoral" e que, por isso não apresentou um programa de governo. "Como devem estar se sentindo os eleitores que acreditaram na candidata e no seu discurso recheado de bondades, vendo que ela hoje está fazendo tudo o que durante a campanha eleitoral, disse que não faria?", questionou Aécio no texto.

O senador afirma que é preciso saber com que discurso o governo vai falar ao País, se com o "discurso populista apresentado na campanha", com o "da irresponsabilidade fiscal que afronta o Congresso" ou com o "defendido pelos novos ministros, que contraria todas as teses defendidas pelo PT". "Afinal, qual é o verdadeiro rosto do novo governo Dilma Rousseff? Refém de tantas contradições, o governo corre o risco de não ter nenhum", diz o senador.

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