COAF

Major Olímpio: movimentações de ex-assessor não são comuns e desgastam governo

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz, será ouvido pelo Ministério Público do Rio após ser identificada uma movimentação de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária

Rute Arruda
Rute Arruda
Publicado em 18/12/2018 às 19:01
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz, será ouvido pelo Ministério Público do Rio após ser identificada uma movimentação de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária - FOTO: Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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O senador eleito Major Olímpio (PSL-SP) admitiu que as movimentações financeiras envolvendo um ex-assessor de Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro, não são comuns e desgastam o futuro presidente.

"Não é comum, tanto que está sendo questionado", disse Olímpio, ao ser questionado sobre o caso identificado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quando chegou à cerimônia de diplomação dos políticos paulistas eleitos em outubro.

Ministério Público

Fabricio de Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, será ouvido pelo Ministério Público do Rio nesta quarta-feira (19) após o Coaf ter identificado movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária.

"É lógico que acontece o desgaste (ao governo) pela repercussão. A partir do momento em que estiverem esclarecidas as coisas... eu espero que sejam esclarecidas com o depoimento amanhã", declarou Olímpio, que afastou a responsabilidade de Jair Bolsonaro no caso e afirmou que não há "pressão" dos partidos aliados em torno do assunto.

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