bomba de gasolina

Para Antônio Coelho, limitar cobrança do ICMS nos combustíveis e energia trará alívio ao bolso da população

Líder da oposição, Antônio Coelho, elogia limitação do ICMS sobre combustíveis. Governo Bolsonaro aposta na medida para conter inflação e alta no preço da gasolina

Jamildo Melo
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Jamildo Melo
Publicado em 27/05/2022 às 2:34 | Atualizado em 27/05/2022 às 2:44
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Antonio Coelho (UB), líder da oposição na Alepe - FOTO: Divulgação
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O deputado estadual Antonio Coelho avaliou como positiva a aprovação pela Câmara Federal do Projeto de Lei Complementar 18/2022, que classifica como essenciais os serviços relacionados a combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo com a finalidade de limitar em 17% a tributação do ICMS sobre esses itens.

"Uma medida necessária e anti-inflacionária que caminha na direção correta a fim de promover um alívio ao bolso da população, combatendo a inflação de forma salutar. Essa iniciativa vai forçar os governos estaduais a não cobrarem uma alíquota de ICMS maior do que a padrão, estabelecida hoje em 17%. Isso vai resultar numa qualidade de vida melhor e um alívio no bolso do pernambucano. O Congresso Nacional teve coragem e iniciativa de dar uma resposta às angústias da população”, disse o deputado.

Ele disse que são altas as alíquotas do ICMS cobradas em Pernambuco para esses serviços e citou como exemplo a gasolina, que é 29%, e a energia elétrica, de 25%.

“Valores altos e abusivos para serviços tão essenciais à população. Lamento que essa iniciativa não tenha partido do governo de Pernambuco. Ressalto não estar surpreso com a insensibilidade do estado, uma vez que todo o povo pernambucano já conhece a ganância arrecadatória da gestão Paulo Câmara e do PSB. Eles só sabem cobrar mais e mais imposto do trabalhador e do empreendedor pernambucano”, criticou.

Embora saiba que a limitação do ICMS venha a ter um custo aos estados, o parlamentar disse que Pernambuco se encontra numa situação fiscal saudável devido ao amplo crescimento da sua arrecadação.

“Portanto, o estado está em condições plenas de dar um alívio ao bolso do pernambucano, a população está sofrendo bastante e a renda do pernambucano está muito comprometida. Não é justo com o trabalhador e o empreendedor ver seu custo de vida aumentar enquanto o governo do estado fica numa condição cômoda, só assistindo à arrecadação aumentar. Pernambuco tem a pior taxa de desemprego do Brasil”, disse o deputado.

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