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Instituto Pernambuco-Porto será casa de pesquisas sobre cultura de Brasil e Portugal

O projeto virou um investimento de 3,2 milhões de Euros (R$ 17,6 milhões), liderado por Zeferino Ferreira da Costa

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Fernando Castilho

Publicado em 25/07/2022 às 10:11 | Atualizado em 25/07/2022 às 11:16
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Projeto desenhado pelos empresários Zeferino Ferreira da Costa e Artur Valente, portugueses que vivem no Brasil há muitos anos, ficou pronta a sede do Instituto Pernambuco-Porto (IPPB) - instituição sem fins lucrativos que junta a Universidade do Porto, a Universidade de Pernambuco e a UFPE.

Além da Câmara Municipal do Porto, Prefeitura do Recife e o Governo do Estado, num espaço onde os brasileiros possam ter contato com suas raízes, sua nacionalidade através da sua cultura e, no sentido contrário, uma ferramenta para que os portugueses conheçam mais sobre o Brasil.

O projeto virou um investimento de 3,2 milhões de Euros (R$ 17,6 milhões), liderado por Zeferino e que exigirá 200 mil euros (R$ 1,1 milhão) por ano, e apoio de parcerias para o desenvolvimento do conjunto de atividades, entre eles, o de permitir que pesquisadores brasileiros trabalhem novos projetos.

O empresário diz que quando chegou ao Brasil, a cultura, capacidade, o desenvolvimento econômico e social era desconhecido para ele. Após o sucesso como empreendedor, ele e seu amigo Arthur Valente acharam que Portugal precisava ter uma ancoragem com Pernambuco.

Na verdade, os dois apresentaram a proposta ainda no Governo Jarbas, na Prefeitura do Recife. Esta semana, ele volta ao Porto para inaugurar, nesta quinta-feira, o edifício sede assinado por Janete Costa e Acácio Gil Borsoi e finalizado pelos filhos do casal, Roberta e Marco Antônio.

Fica na cidade, próximo das Faculdades de Ciências, Arquitetura, Letras. “Vai ser um lugar de criação de oportunidade de apresentar não só as semelhanças, mas as peculiaridades”, diz o empreendedor.

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