Combustível

Petrobras aumenta preço do litro da gasolina em 6% e do diesel em 3,7%. Veja valores

A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que "busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais", mas que se mantém alinhada ao mercado internacional

Estadão Conteúdo
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Publicado em 05/07/2021 às 14:44
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YACY RIBEIRO/JC IMAGEM
Os reajustes refletem a alta do petróleo no mercado internacional - FOTO: YACY RIBEIRO/JC IMAGEM
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O preço do litro da gasolina foi reajustado de R$ 2,53 para R$ 2,69 e o do óleo diesel, de R$ 2,71 para R$ 2,81, segundo a Petrobras. Com isso, os dois combustíveis vão ficar 6% e 3,7%, respectivamente, mais caros a partir desta terça-feira, 6. Essas são as primeiras altas da gestão do general Joaquim Silva e Luna, que assumiu o cargo há quase três meses.
Os reajustes refletem a alta do petróleo no mercado internacional. Nesta segunda-feira, 5, o barril da commodity é negociado em Londres a quase US$ 76. Os contratos no mercado futuro aceleraram após notícias de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) adiaram, pela segunda vez, a sua reunião ministerial.
A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que "busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais", mas que se mantém alinhada ao mercado internacional.

GLP passa a custar R$ 3,60/kg a partir desta terça-feira, diz Petrobras

A Petrobras confirmou o reajuste do preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), conforme antecipado pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. O kg do combustível passará para R$ 3,60, um aumento médio de R$ 0,20 (+6%). Nesta segunda-feira, 5, a empresa subiu também os valores da gasolina (+6%) e do óleo diesel (+3,7%).
 
Essas são as primeiras altas dos combustíveis automotivos anunciadas desde a posse do general Joaquim Silva e Luna na presidência da Petrobras, em 19 de abril. O GLP, no entanto, já havia sido reajustado em 6%, em junho passado. A empresa, em nota, reafirma a sua política de paridade de importação e de evitar "o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais".

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