CUSTO

Diante da inflação, Carrefour anuncia congelamento do preço de produtos

De acordo com o grupo Carrefour, ação contempla até mesmo itens básicos e vai durar até janeiro de 2022

Lucas Moraes
Cadastrado por
Lucas Moraes
Publicado em 04/11/2021 às 13:10 | Atualizado em 04/11/2021 às 13:11
DAYVISON NUNES/JC IMAGEM
As conversões foram definidas assim: 38 lojas do Maxxi Atacado, 28 do Big e 4 do TodoDia passarão a operar sob a marca Atacadão (do Grupo Carrefour). Outras 47 unidades do Big vão virar Carrefour e, por fim, 7 unidades do Big serão transformados em Sam's Club - FOTO: DAYVISON NUNES/JC IMAGEM
Leitura:

Diante da carestia que tem afetado a vida de milhares de brasileiros, que não têm conseguido manter em dia até mesmo itens básicos, o grupo Carrefour anunciou nesta quinta-feira (4) que irá congelar o preço de produtos nas suas unidades físicas Hiper, Bairro, Market e Express - e também para compras de mercado online pelo site ou aplicativo.

A ação segue até o dia 10 de janeiro de 2022, com os  produtos das marcas próprias Carrefour, Viver, Carrefour Bio, Veggie, Mercado, Classic, Sabor & Qualidade, Selection, Soft, Men, My Baby, Essential, Expert, Home, Companino, Care e Original, que oferecem aos clientes uma ampla variedade de itens. 

A lista inclui arroz, feijão, macarrão, leite, pães, fraldas, produtos de higiene, proteínas animais (ovos e carnes de frango, bovina e suína), frutas, legumes e vegetais da marca própria da rede.

Nos estabelecimentos, esses produtos estarão sinalizados com selos. A ação, embora não aplaque o crescimento da pobreza e da fome no País, traz a previsibilidade a alguns lares que têm visto a renda, mês a mês, não dar conta de suprir os mesmos itens. 

No mês de abril, em outra ação realizada com o mesmo objetivo, a companhia ofereceu uma lista de 11 produtos essenciais vendidos a preços mais baixos, e, segundo o Carrefour, a economia em alguns itens chegava a até 30%.

A inflação medida pelo IBGE, IPCA, foi a maior para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. A taxa para o mês foi de 1,16%. Levando a projeção do ano para dois dígitos (10,36%). Em 12 meses, 10,25%. 

Os alimentos, embora tenham deixado de figurar entre os maiores altas, por conta do avanços dos combustíveis, energia e gás de cozinha, ainda representaram uma elevação de 1,02%. Só as carnes, nos últimos 12 meses, acumulam uma elevação de 24,84%.  

 

Comentários

Últimas notícias