MAU COMEÇO

Jejum e seca de gols marca o início do trabalho de Bolívar no Santa Cruz

Em cinco partidas no comendo do Santa Cruz, Bolívar acumula duas derrotas e três empates

Túlio Feitosa
Túlio Feitosa
Publicado em 06/06/2021 às 9:00
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ALEXANDRE GONDIM/JC IMAGEM
Lances do jogo entre os times do Santa Cruz (PE) e do Floresta (CE), válido pela Campeonato Brasileiro da série C 2021. Partida realizada no estádio dos Arruda no Recife. - FOTO: ALEXANDRE GONDIM/JC IMAGEM
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Com cinco partidas comandando o Santa Cruz, o técnico Bolívar ainda não convenceu ao acumular resultados negativos na temporada. Foram três empates e duas derrotas, além de ter marcado apenas um gol. Esse que, inclusive, foi um gol contra marcado por Paiva na derrota por 2x1 contra o Náutico, no Campeonato Pernambucano. A última vez que a torcida Tricolor comemorou uma vitória foi no dia 28 de abril, contra o Retrô, também no Estadual.

Diferente da partida contra o Manaus, no qual a Cobra Coral saiu derrotada por 2x0 na semana passada, a equipe Tricolor conseguiu ser mais presente no setor ofensivo, mas seguiu pecando na definição para abrir o placar no Arruda. Incomodado com a atuação do ataque, o técnico Bolívar ressaltou que está trabalhando semanalmente para ver resultados da evolução desse setor.

“Temos um tempo para trabalhar esse último passe para poder colocar o companheiro numa condição melhor. A gente tem que ver a evolução da primeira para a segunda partida. Hoje já foram mais finalizações. Infelizmente não conseguimos fazer o gol da vitória, que a gente queria. Mas é continuar batendo nessa tecla, trabalhando, acreditando nos atletas para que a gente possa, na próxima rodada, buscar a vitória”, disse.

 

Mesmo sem alteração no placar contra o Floresta-CE, neste sábado (5), Bolívar falou sobre as oportunidades criadas pelas laterais do campo e a forma que o Santa Cruz precisou jogar contra uma equipe que “acabou sendo reativa por muitos momentos”. Segundo o técnico, ficou difícil para a equipe Coral impor intensidade na partida contra uma equipe que joga com as linhas baixas e pode contra-atacar a qualquer momento com velocidade.

“Só o Weriton (LD) chegou a cruzar umas oito bolas, o próprio Eduardo (LE) acabou cruzando umas 3 ou 4 bolas. A gente acabou chegando no último terço do campo e conseguiu fazer o cruzamento, mas faltou a última definição, que é a bola para dentro da rede. Mas a gente vai ganhando (ritmo) aos poucos”, ressaltou.

Fora da partida contra o Floresta por conta de um desconforto na coxa, o atacante Wallace Pernambucano pode ser uma grande arma do Santa Cruz para a próxima partida da Série C, diante do Ferroviário. O atleta é uma das esperanças Corais para sair do saldo negativo de gols na competição.

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