Operação Fake Clothing

Operação apreende duas toneladas de produtos falsificados e prende duas pessoas no Recife

A mercadoria apreendida, incluindo roupas e sapatos, está avaliada em R$ 1,5 milhão

JC
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Publicado em 25/02/2021 às 23:17
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Empresa também vendia produtos falsificados em loja - FOTO: DIVULGAÇÃO/PCPE
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A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) e a Receita Federal no Estado deflagraram, nesta quinta-feira (25), a Operação Fake Clothing contra empresas que comercializavam roupas falsificadas através das redes sociais e de forma física. Duas pessoas, que seriam proprietárias de uma loja no Cordeiro, Zona Oeste do Recife, que revendia a mercadoria, foram presas, e duas toneladas de produtos falsificados, incluindo camisas e sapatos, foram apreendidas.

"A empresa também revendia mercadorias falsificadas em uma loja física no bairro do Cordeiro, atuando também como atacadista. No local, eram comercializadas mercadorias como bonés, bolsas, sapatos, perfumes, óculos e tênis de marcas famosas, todas falsificadas", explicou a Polícia Civil.  A mercadoria apreendida está avaliada em R$ 1,5 milhão.

Um dos perfis de venda no Instagram, segundo a polícia, tem mais de 50 mil seguidores. "A utilização das redes sociais para a comercialização de mercadorias contrafeitas é monitorada pela inteligência de ambos os órgãos, que realizam operações de combate a essa conduta criminosa com frequência", explicou a instituição.

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Empresa também vendia produtos falsificados em loja no Cordeiro, Zona Oeste do Recife - DIVULGAÇÃO/PCPE
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Foram apreendidas duas toneladas de produtos falsificados - DIVULGAÇÃO/PCPE
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Operação Fake Clothing foi deflagrada nesta quinta-feira (25) - DIVULGAÇÃO/PCPE

Para onde vai uma mercadoria apreendida?

O destino da mercadoria apreendida pela Receita Federal vai depender de vários fatores e pode ocorrer nas modalidades "destruição", "leilão", "doação" ou "incorporação".

Produtos falsificados que violam direitos autorais, em regra, seguem para destruição. Em alguns casos, produtos que não ofereçam risco à saúde podem ser submetidos a um processo de descaracterização da marca e serem doados para instituições beneficentes e sem fins lucrativos. Produtos proibidos ou prejudiciais à saúde, como é o caso dos cigarros, também são destruídos.

Nos demais casos, as mercadorias são em sua maior parte leiloadas e os recursos obtidos vão para os cofres públicos. Uma parcela menor destes produtos apreendidos são doados para outros órgão e entidades da administração pública direta ou indireta ou a entidades beneficentes de assistência social.

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