CRIME

Casal é preso no Sertão de Pernambuco suspeito de estuprar filha de cinco anos e compartilhar na internet

O caso aconteceu no município de Araripina, no Sertão do Araripe. Também houve apreensão em Caldeirão Grande do Piauí

JC
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Publicado em 11/04/2021 às 18:06
Foto: EBC
A suspeita é de que o abuso sexual infantil vinha sendo praticado desde agosto de 2020 pelo pai da vítima - FOTO: Foto: EBC
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Um casal foi preso pela Polícia Federal (PF) neste domingo (11/4) suspeito de estupro de vulnerável e pornografia infantil em Araripina, no Sertão de Pernambuco. A vítima seria a filha deles, uma criança de apenas 5 anos. Durante a operação - batizada pelos federais de Operação Protect I -, também foram cumpridos três mandados de busca e apreensão no município pernambucano e em Caldeirão Grande do Piauí, no Piauí.

Segundo informações da assessoria de comunicação da Polícia Federal, os dois presos foram levados para a delegacia da PF em Salgueiro, também no Sertão pernambucano, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de estupro de vulnerável e produção e difusão de pornografia infantil.

Os policiais que investigaram o caso informaram que os abusos contra a criança eram filmados e fotografados pelos pais e, posteriormente, compartilhados com outras pessoas na internet. Os equipamentos eletrônicos utilizados pelo casal foram apreendidos.

De acordo com o delegado regional de Combate ao Crime Organizado da PF em Pernambuco, Alexandre Alves, a suspeita é de que o abuso sexual infantil vinha sendo praticado desde agosto de 2020 pelo pai da vítima. "O caso envolve abuso sexual intra familiar, tendo sido a vítima uma criança de 5 anos resgatada pela equipe da PF", disse em vídeo divulgado pela instituição.


INTERPOL
A investigação, segundo a PF, contou com a participação da Polícia Internacional (Interpol) e apura crimes de estupro de vulnerável, produção, distribuição e armazenamento de vídeos contendo pornografia infantil pela internet. "Os investigados foram presos e, caso sejam condenados, podem alcançar penas de até 33 anos de reclusão", destacou o delegado.

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