1º de Maio

Movimentos populares fazem ato político e doação de alimentos no Dia do Trabalhador

Ao todo, foram doadas 20 toneladas de alimentos e 500 marmitas por acampamentos e assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) para cerca de 30 comunidades do Recife

JC
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Publicado em 01/05/2021 às 10:49
Divulgação/Mãos Solidárias
Ato do Movimento Mãos Solidárias no Dia do Trabalhador - FOTO: Divulgação/Mãos Solidárias
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A Campanha Mãos Solidária e outras organizações da sociedade civil realizam neste sábado, 1º de Maio, um ato simbólico para marcar o Dia do Trabalhador. Na Ponte Maurício de Nassau, no Bairro do Recife, foi feita uma intervenção política. 

Ao todo, foram doadas 20 toneladas de alimentos e 500 marmitas oriundos de acampamentos e assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) para cerca de 30 comunidades do Recife.

A concentração do ato ocorreu às 7h no Armazém do Campo do Recife, na Avenida Martins de Barros. De acordo com a organização do ato, foram observados os protocolos de distanciamento social.

Divulgação/Mãos Solidárias
Ato do Movimento Mãos Solidárias no Dia do Trabalhador - Divulgação/Mãos Solidárias
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Ato do Movimento Mãos Solidárias no Dia do Trabalhador - Divulgação/Mãos Solidárias
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Ato do Movimento Mãos Solidárias no Dia do Trabalhador - Divulgação/Mãos Solidárias
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Ato do Movimento Mãos Solidárias no Dia do Trabalhador - Divulgação/Mãos Solidárias
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Ato do Movimento Mãos Solidárias no Dia do Trabalhador - Divulgação/Mãos Solidárias
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Ato do Movimento Mãos Solidárias no Dia do Trabalhador - Divulgação/Mãos Solidárias

Na Ponte Maurício de Nassau, os participantes escreveram no asfalto os dizerem "Vacina no braço, comida no prato", em prol da vacinação contra a covid-19. 

Desemprego

O objetivo central do ato é denunciar os índices de desemprego, fome e pobreza no Brasil. De acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada na sexta-feira (30), a taxa de desemprego no País foi de 14,4% no trimestre de dezembro, janeiro e fevereiro. 

"A realidade é muito chocante. Como é que o Governo Federal e suas políticas públicas esquecem das pessoas? Nós, enquanto movimento, fazemos o que podemos para levar alimento e conscientizar o povo de que eles podem, sim, reivindicar seus direitos", afirma a coordenadora da Mãos Solidárias, Fabíola Amaro.

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