Vacinação

Recife começa a aplicar terceira dose da vacina contra covid-19 nesta quinta-feira

A capital pernambucano vai iniciar aplicação de dose de reforço em idosos que vivem em instituições de longa permanência

Adige Silva
Adige Silva
Publicado em 08/09/2021 às 19:30
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TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL
Dose de reforço começará a ser aplicada nesta quinta (9) no Recife - FOTO: TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL
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A vacinação com a terceira dose da vacina contra a covid-19 terá início nesta quinta-feira (9), na cidade do Recife. O anúncio foi feito pelo prefeito João Campos (PSB), que explicou que a imunização com a dose de reforço irá começar por idosos que vivem em em instituições de longa permanência. No total, devem ser atendidos quase 800 idosos nesta fase.

"Vamos fazer da mesma forma que foi feita com a primeira e a segunda dose, colocando equipes volantes da secretaria de Saúde indo em todas essas instituições de longa permanência de nossa cidade, garantindo a vacinação com segurança para as pessoas idosas", ressaltou o prefeito.

Conforme orientação do Ministério da Saúde, a dose de reforço será feita, preferencialmente, com o imunizante da Pfizer, independentemente da vacina aplicada na primeira e segunda dose.

A combinação das vacinas é recomendada pelo ministério após estudos, aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), comprovarem que a resposta imunológica contra a covid-19 não é comprometida pela intercambialidade dos imunizantes.

Em todo o País, a princípio, apenas idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos poderão receber a terceira dose por enquanto. O intervalo entre a segunda dose e a terceira precisa ser de, no mínimo, seis meses para os idosos, e de 21 dias para os imunossuprimidos. O imunizante utilizado para aplicação desta terceira dose será, exclusivamente, o da Pfizer.

O que são os imunossuprimidos?

O sistema imunológico é responsável por proteger o ser humano de vírus, bactérias e outros agentes que tentam entrar em seus corpos. No entanto, algumas pessoas essa proteção pode não funcionar perfeitamente. Com isso, elas são consideradas imunossuprimidas.

Essas pessoas podem nascer com uma falha no sistema imunológico em decorrência de doenças congênitas ou podem adquirir imunodeficiências secundárias, como os pacientes com HIV, pessoas em tratamento de câncer ou quem passou por um transplante e necessita dos imunossupressores pelo resto da vida.

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