CHUVAS

CHUVA EM PERNAMBUCO: "Situação de Correntes é crítica". Prefeitura divulga cerca de 500 desalojados

Parte baixa da cidade foi invadida pelas águas e ponte que dá acesso ao município foi interditada

Cadastrado por
Amanda Azevedo
Edilson Vieira
Margarida Azevedo
Publicado em 02/07/2022 às 14:36 | Atualizado em 02/07/2022 às 19:13
Reprodução/Facebook
Secretário de governo do município de Correntes disse que a cidade está isolada - FOTO: Reprodução/Facebook
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O secretário de governo do município de Correntes, Edimilson da Bahia, disse que a situação é crítica por causa das fortes chuvas nas últimas 24 horas. A cidade do Agreste pernambucano, a 250 km do Recife, foi uma das que mais sofreram.

"Já temos aproximadamente 500 pessoas desalojadas", informou.

As pessoas que precisaram sair de casa estão sendo levadas para prédios públicos como escolas e creches e recebendo alimentação.

Segundo Edimilson, os rios Correntes e Mundaú transbordaram. "De 30% a 40% da cidade está coberta de água". 

No final da manhã, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que ocorreu uma interdição total no quilômetro 126 da BR-424, em Correntes, por causa de rachaduras verificadas na ponte que dá acesso ao município. A área foi liberada durante a tarde, após o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) constatar que não há comprometimento da estrutura.

Chuva provoca transtornos na Mata Sul e no Agreste de Pernambuco

Dezoito cidades foram as mais afetadas, segundo balanço da Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe). Embora os temporais tenham causado alagamentos e quedas de barreiras no interior, não houve registro de mortes.

Cinco pessoas ficaram feridas, mas sem gravidade, conforme o secretário executivo de Defesa Civil, Leonardo Rodrigues: quatro em Itaíba e uma em São Benedito do Sul.

Em Maraial, cinco pessoas que estavam ilhadas na zona rural, numa comunidade chamada Sertãozinho, precisaram ser resgatadas por uma aeronave do Corpo de Bombeiros.

"Como a Apac havia emitido alerta de chuva forte nessas regiões, na sexta-feira (1), as defesas civis municipais estavam de prontidão, com seus planos de contingência ativados. Tivemos alagamentos, pequenos deslocamentos de encostas, comunidades rurais ilhadas", explica Leonardo Rodrigues.

As cidades mais afetadas foram: 

  • Água Preta
  • Angelim
  • Barreiros
  • Bom Conselho
  • Canhotinho
  • Correntes
  • Cortês
  • Itaíba
  • Jaqueira
  • Quipapá
  • São Benedito do Sul
  • Maraial
  • Tamandaré
  • Lagoa do Ouro
  • Palmerina
  • Brejão
  • Garanhuns
  • Palmares

Em Quipapá, na Mata Sul, houve interdição total do quilômetro 144 da BR-104 devido à queda de barreira. Na cidade, a chuva também elevou o nível do Rio do Choque. "Estou muito impressionado. Moro há 14 anos aqui e nunca vi tanta chuva como agora. Desde quinta-feira que chove bastante", conta o professor Ederval Trajano.

Na cidade de São Benedito do Sul, a água chegou ao telhado de algumas casas.

Em Bom Conselho, 25 famílias estão desabrigadas, segundo o prefeito João Lucas Cavalcanti. A situação mais crítica é no distrito de Brejo da Barra, onde vivem cerca de 3 mil pessoas.

"A ponte que dá acesso a Brejo da Barra caiu, por isso o distrito está ilhado. Um poste foi derrubado também. Temos 10 famílias desabrigadas lá que foram colocadas na escola municipal", explica João Lucas.

Os rios Papacacinha, Caborge e Paraíba, que estão bastante cheios, passam pelo povoado, por isso o transtorno maior, conta João Lucas.

O prefeito diz que chove forte na cidade há 48 horas. Equipes das Secretarias Municipais de Infraestrutura, Saúde e Assistência Social estão de plantão monitorando a chuva. Na zona urbana, 15 famílias estão num CRAS, um dos pontos de apoio montado pela prefeitura.

"Bom Conselho tem cinco pontes na cidade. Todas estão com a água quase transbordando. Na área rural as estradas vicinais foram bastante afetadas", informa João Lucas. O município tem cerca de 49 mil habitantes.

Em Bonito, na mesma região do Agreste, conforme o assessor de comunicação da prefeitura, Wagner Wilker, a cidade não sofreu tanto com inundações neste sábado. O único problema foi um pedaço de uma barreira que caiu na rodovia PE-103, por volta do meio dia. Mas não atingiu ninguém nem interrompeu o tráfego de veículos. Em meia hora, a prefeitura conseguiu desobstruir a estrada.

Já em Água Preta, o Rio Una encheu e provocou alagamentos em algumas ruas. As casas mais afetadas ficam na Rua do Campo, numa área mais baixa da cidade.

"Entre 10 e 15 famílias ficaram desabrigadas e estão no ginásio municipal. Também disponibilizamos carros para mudanças", explica o coordenador da Defesa Civil Municipal, Marcelo Barros.

A Apac informou que a previsão é de que a chuva diminua nas regiões da Mata Sul e Agreste, devendo permanecer na intensidade de fraca a moderada em todas as regiões do Estado. A agência segue acompanhando um Sistema denominado Distúrbio Ondulatório de Leste que pode atingir a zona da Mata Norte neste domingo (2).

Veja onde mais choveu em Pernambuco nas últimas 24 horas

*acumulado de chuva nas últimas 24 horas, por volta das 17h

    • Quipapá - 97,82 mm 
    • Bonito - 95,13 mm
    • São Benedito do Sul - 90,90 mm
    • Correntes - 89,32 mm
    • Lagoa do Ouro - 87,34 mm
    • Rio Formoso - 81,35 mm
    • Águas Belas - 80,51 mm
    • Capoeira - 79,36 mm
    • Gameleira - 77,31 mm
    • Amaraji - 74,96 mm
    • Água Preta - 74,47 mm

Alerta da Defesa Civil de Pernambuco

O secretário da Codecipe alerta para que as populações que vivem nas áreas às margens dos rios fiquem atentas. "O acumulado de chuvas requer atenção. Moradores que estão nas áreas ribeirinhas devem prestar atenção porque alguns rios estão com cota de inundação ou em alerta", diz Leonardo Rodrigues.

Mas ele assegura que não houve rompimento de barragens no Estado. "Está circulando fake news de que houve barragens estouradas. É boato", diz. "

"A de Serro Azul, por exemplo, está com vertimento natural. Por conta do volume de chuvas na bacia do Rio Una está mais cheia, mas não tem risco de romper. Pedimos que a população procure informações oficiais com as defesas civis das suas cidades", ressalta Leonardo.

Segundo a Secretaria Estadual de Infraestrutura, a Barragem de Serro Azul, que fica em Palmares, está, neste sábado, com 46,62% de água acumulada. O local tem capacidade para armazenar 303 milhões de metros cúbicos de água.

<p>Cinco pessoas ficaram feridas, mas sem gravidade, conforme o <strong>secret&aacute;rio executivo de Defesa Civil</strong>, Leonardo Rodrigues: quatro em <strong>Ita&iacute;ba</strong> e uma em <strong>S&atilde;o Benedito do Sul</strong>.</p><p>Em <strong>Maraial</strong>, cinco pessoas que estavam ilhadas na zona rural, numa comunidade chamada Sert&atilde;ozinho, precisaram ser resgatadas por uma aeronave do <strong>Corpo de Bombeiros</strong>.</p><p>"Como a <strong>Apac</strong> havia emitido alerta de chuva forte nessas regi&otilde;es, na sexta-feira (1), as defesas civis municipais estavam de prontid&atilde;o, com seus planos de conting&ecirc;ncia ativados. Tivemos alagamentos, pequenos deslocamentos de encostas, comunidades rurais ilhadas", explica Leonardo Rodrigues.</p><p>As cidades mais afetadas foram:&nbsp;</p><ul><li><strong>&Aacute;gua Preta</strong></li><li><strong>Angelim</strong></li><li><strong>Barreiros</strong></li><li><strong>Bom Conselho</strong></li><li><strong>Canhotinho</strong></li><li><strong>Correntes</strong></li><li><strong>Cort&ecirc;s</strong></li><li><strong>Ita&iacute;ba</strong></li><li><strong>Jaqueira</strong></li><li><strong>Quipap&aacute;</strong></li><li><strong>S&atilde;o Benedito do Sul</strong></li><li><strong>Maraial</strong></li><li><strong>Tamandar&eacute;</strong></li><li><strong>Lagoa do Ouro</strong></li><li><strong>Palmerina</strong></li><li><strong>Brej&atilde;o</strong></li><li><strong>Garanhuns</strong></li><li><strong>Palmares</strong></li></ul><p><img class="clickTinyMCE Left" src="https://fivenews.sjcc.com.br/imagens/icons/tinymce/leiamais-inside.png" alt="{'matias':[15036510,15036502,15036496],'cd_matia':'15036496','ds_matia_titlo':'','ds_matia_assun':'','ds_matia_chape':'','ds_poral_url':'','id_poral_oflin':'3','cd_site_url_matia':'','id_site_oflin':'3','cd_sisma':'2','cd_poral':'1','cd_tetag':'17','id_tetag_tipo':'6','id_tetag_galer':'','ds_tetag':'Leia Mais','ds_tetag_tag_html':'','qt_tetag_midia':'','id_tetag_templ_tipo':'1','ds_tetag_tag_ia':'','width':'280','height':240,'title':'Leia mais','class':'','align':'Left','ds_matia_path':''}" width="280" height="240" align="middle" /></p><p>Na cidade de <strong>Correntes</strong>, no Agreste, o&nbsp;secret&aacute;rio de governo do munic&iacute;pio, Edimilson da Bahia, disse que os rios Correntes e Munda&uacute; transbordaram e a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; cr&iacute;tica. A cidade, a 250 km do Recife, foi uma das que mais sofreram.&nbsp;</p><p>"A cheia invadiu a parte baixa da cidade praticamente toda. H&aacute; cerca de 500 desalojados", disse. As pessoas que precisaram sair de casa foi levadas para&nbsp;pr&eacute;dios p&uacute;blicos como escolas e creches.</p><p>No final da manh&atilde;, a <strong>Pol&iacute;cia&nbsp;Rodovi&aacute;ria&nbsp;Federal (PRF)</strong>&nbsp;informou que ocorreu uma <strong>interdi&ccedil;&atilde;o total no quil&ocirc;metro 126 da BR-424</strong>, em <strong>Correntes</strong>, por causa de rachaduras verificadas na ponte que d&aacute; acesso ao munic&iacute;pio. A &aacute;rea foi liberada ap&oacute;s o&nbsp;Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) constatar que n&atilde;o h&aacute; comprometimento da estrutura.</p><p><iframe src="https://player.mais.uol.com.br/?mediaId=17071899&amp;type=video" width="100%" height="290" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>Em <strong>Quipap&aacute;</strong>, na Mata Sul, houve interdi&ccedil;&atilde;o total do quil&ocirc;metro&nbsp;144 da BR-104 devido &agrave; queda de barreira. Na cidade, a chuva tamb&eacute;m elevou o n&iacute;vel do Rio do Choque.&nbsp;"Estou muito impressionado. Moro h&aacute; 14 anos aqui e nunca vi tanta chuva como agora. Desde quinta-feira que chove bastante", conta o professor Ederval Trajano.</p><p><iframe src="https://player.mais.uol.com.br/?mediaId=17071929&amp;type=video" width="100%" height="290" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>Na cidade de<strong> S&atilde;o Benedito do Sul</strong>, a &aacute;gua chegou ao telhado de algumas casas.</p><p><iframe src="https://player.mais.uol.com.br/?mediaId=17071962&amp;type=video&amp;autoplay=true" width="100%" height="290" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>Em <strong>Bom Conselho</strong>, 25 fam&iacute;lias est&atilde;o desabrigadas, segundo o prefeito Jo&atilde;o Lucas Cavalcanti. A situa&ccedil;&atilde;o mais cr&iacute;tica &eacute; no distrito de Brejo da Barra, onde vivem cerca de 3 mil pessoas.<br /></p><p>"A ponte que d&aacute; acesso a Brejo da Barra caiu, por isso o distrito est&aacute; ilhado. Um poste foi derrubado tamb&eacute;m. Temos 10 fam&iacute;lias desabrigadas l&aacute; que foram colocadas na escola municipal", explica Jo&atilde;o Lucas.</p><p>Os rios Papacacinha, Caborge e Para&iacute;ba, que est&atilde;o bastante cheios, passam pelo povoado, por isso o transtorno maior, conta Jo&atilde;o Lucas.</p><p><iframe src="https://player.mais.uol.com.br/?mediaId=17071930&amp;type=video" width="100%" height="290" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>O prefeito diz que chove forte na cidade h&aacute; 48 horas. Equipes das Secretarias Municipais de Infraestrutura, Sa&uacute;de e Assist&ecirc;ncia Social est&atilde;o de plant&atilde;o monitorando a chuva. Na zona urbana, 15 fam&iacute;lias est&atilde;o num CRAS, um dos pontos de apoio montado pela prefeitura.</p><p>"Bom Conselho tem cinco pontes na cidade. Todas est&atilde;o com a &aacute;gua quase transbordando. Na &aacute;rea rural as estradas vicinais foram bastante afetadas", informa Jo&atilde;o Lucas. O munic&iacute;pio tem cerca de 49 mil habitantes.</p><p>Em <strong>Bonito</strong>, na mesma regi&atilde;o do Agreste, conforme o assessor de comunica&ccedil;&atilde;o da prefeitura, Wagner Wilker, a cidade n&atilde;o sofreu tanto com inunda&ccedil;&otilde;es neste s&aacute;bado. O &uacute;nico problema foi um peda&ccedil;o de uma barreira que caiu na rodovia PE-103, por volta do meio dia. Mas n&atilde;o atingiu ningu&eacute;m nem interrompeu o tr&aacute;fego de ve&iacute;culos. Em meia hora, a prefeitura conseguiu desobstruir a estrada.</p><p>J&aacute;&nbsp;em<strong> &Aacute;gua Preta</strong>, o Rio Una encheu e provocou alagamentos em algumas ruas. As casas mais afetadas ficam na Rua do Campo, numa &aacute;rea mais baixa da cidade.</p><p>"Entre 10 e 15 fam&iacute;lias ficaram desabrigadas e est&atilde;o no gin&aacute;sio municipal. Tamb&eacute;m disponibilizamos carros para mudan&ccedil;as", explica o coordenador da Defesa Civil Municipal, Marcelo Barros.</p><p>A<strong> Apac</strong> informou que a previs&atilde;o &eacute; de que a chuva diminua nas regi&otilde;es da Mata Sul e Agreste, devendo permanecer na intensidade de fraca a moderada em todas as regi&otilde;es do Estado. A ag&ecirc;ncia segue acompanhando um Sistema denominado Dist&uacute;rbio Ondulat&oacute;rio de Leste que pode atingir a zona da Mata Norte neste domingo (2).<br /></p><h2>Veja onde mais choveu em Pernambuco nas &uacute;ltimas 24 horas<br /></h2><h3>*acumulado de chuva nas &uacute;ltimas 24 horas, por volta das&nbsp;17h</h3><ul><ul><li>Quipap&aacute; - 97,82 mm&nbsp;<br /></li><li>Bonito -&nbsp;95,13 mm<br /></li><li>S&atilde;o Benedito do Sul -&nbsp;90,90 mm</li><li>Correntes -&nbsp;89,32 mm</li><li>Lagoa do Ouro -&nbsp;87,34 mm</li><li>Rio Formoso -&nbsp;81,35 mm</li><li>&Aacute;guas Belas -&nbsp;80,51 mm</li><li>Capoeira - 79,36 mm</li><li>Gameleira -&nbsp;77,31 mm</li><li>Amaraji -&nbsp;74,96 mm</li><li>&Aacute;gua Preta -&nbsp;74,47 mm</li></ul></ul><h2>Alerta da Defesa Civil de Pernambuco</h2><p>O secret&aacute;rio da Codecipe alerta para que as popula&ccedil;&otilde;es que vivem nas &aacute;reas &agrave;s margens dos rios fiquem atentas. "O acumulado de chuvas requer aten&ccedil;&atilde;o. Moradores que est&atilde;o nas &aacute;reas ribeirinhas devem prestar aten&ccedil;&atilde;o porque alguns rios est&atilde;o com cota de inunda&ccedil;&atilde;o ou em alerta", diz Leonardo Rodrigues.</p><p><img class="clickTinyMCE Left" src="https://fivenews.sjcc.com.br/imagens/icons/tinymce/leiamais-inside.png" alt="{'matias':[15036542,15036510,15036502],'cd_matia':'15036502','ds_matia_titlo':'','ds_matia_assun':'','ds_matia_chape':'','ds_poral_url':'','id_poral_oflin':'3','cd_site_url_matia':'','id_site_oflin':'3','cd_sisma':'2','cd_poral':'1','cd_tetag':'17','id_tetag_tipo':'6','id_tetag_galer':'','ds_tetag':'Leia Mais','ds_tetag_tag_html':'','qt_tetag_midia':'','id_tetag_templ_tipo':'1','ds_tetag_tag_ia':'','width':'280','height':240,'title':'Leia mais','class':'','align':'Left','ds_matia_path':''}" width="280" height="240" align="middle" /></p><p>Mas ele <strong>assegura que n&atilde;o houve rompimento de barragens no Estado</strong>. 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