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Governador do Maranhão, Flávio Dino, anuncia filiação ao PSB

De acordo com Dino, o seu ato de filiação vai ocorrer na próxima terça-feira (22), às 11h. O deputado federal Marcelo Freixo (sem partido), recém saído do Psol, também vai se filiar na mesma data e horário

Luisa Farias
Luisa Farias
Publicado em 18/06/2021 às 9:27
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REPRODUÇÃO / TV CULTURA
Flávio Dino vem sendo apontado como possível candidato ao Senado Federal pelo Maranhão - FOTO: REPRODUÇÃO / TV CULTURA
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O governador do Maranhão, Flávio Dino (sem partido), anunciou na manhã desta sexta-feira (18), por meio das redes sociais, a sua filiação ao PSB. Ele havia comunicado na quinta (17) a sua saída do PCdoB, sigla à qual foi filiado por 15 anos e que é presidida pela vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos. 

De acordo com Dino, o seu ato de filiação vai ocorrer na próxima terça-feira (22), às 11h. O deputado federal Marcelo Freixo (sem partido), recém saído do Psol, também vai se filiar na mesma data e horário. 

Freixo é cotado para concorrer ao Governo do Rio Janeiro nas eleições de 2022. Já Flávio Dino vem sendo apontado como possível candidato ao Senado Federal pelo Maranhão. 

Flávio Dino encaminhará o pedido de filiação através do presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, ainda nesta sexta (18). Ele também informa que já comunicou oficialmente a sua ida ao partido aos dois governadores do PSB, Renato Casagrande, do Espírito Santo, e Paulo Câmara, de Pernambuco, que também é vice-presidente nacional da sigla.

 "Hoje encaminharei meu pedido de filiação ao PSB, por intermédio do presidente@csiqueirapsb. Já comuniquei aos colegas governadores@PauloCamara40 e@Casagrande_ES. Filiação será na terça, 11h, junto com o amigo e líder @MarceloFreixo".

Saída do PCdoB

Em carta endereçada a Luciana Santos, Dino agradece os 15 anos de "fraterna convivência" no PCdoB e diz ter visões diferentes dos "ritmos e processos" do partido. 

Ele afirma ainda que deseja o êxito do PCdoB, com o qual segue convergindo as bandeiras defendidas pela sigla. "Derrotar o projeto antinacional e antipopular que se instalou no Brasil é tarefa central e emergencial, que seguirá nos unindo sempre", disse. 

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