Eleições 2022

Em busca de apoio, Miguel Coelho se coloca como liderança do Sertão para disputar o governo de Pernambuco

Segundo o pré-candidato a governador pelo União Brasil, essa seria uma "oportunidade única" para a região ter representante no Palácio do Campos das Princesas

Mirella Araújo
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Mirella Araújo
Publicado em 21/04/2022 às 13:36 | Atualizado em 21/04/2022 às 13:37
JONAS SANTOS/DIVULGAÇÃO
ANDANÇAS Miguel Coelho cumpriu agenda, ontem, nas cidades sertanejas de Ipubi, Exu, Moreilândia e Bodocó - FOTO: JONAS SANTOS/DIVULGAÇÃO
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O pré-candidato a governador de Pernambuco pelo União Brasil (UB), Miguel Coelho, está percorrendo os municípios da região do Sertão do Araripe em busca de apoio ao seu projeto pela sucessão estadual. Nesta quinta-feira (21), o ex-prefeito de Petrolina cumpre agenda nas cidades de Ipubi, Exu, Moreilândia e Bodocó.

No dia anterior - com passagens nos municípios de Trindade, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Santa Filomena - o pré-candidato celebrou a parceria com o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel (UB), o vice-prefeito Evilasio Mateus (UB) e a pré-candidata a deputada estadual, Socorro Pimentel (UB).

“Araripina é testemunha do trabalho do deputado Fernando Filho com o prefeito Pimentel, o vice-prefeito Evilasio e todo o grupo de vereadores. Esse apoio se traduz em compromisso político e investimentos”, disse Miguel, em entrevista à Rádio Arari FM.

“Esta é uma oportunidade única. Quando foi a última vez que o Sertão conseguiu projetar uma liderança para poder disputar o Governo do Estado? E agora a gente tem essa oportunidade, através da nossa unidade, mas acima de tudo da nossa força e capacidade de representar o Sertão, de fazer um governo que seja não só do sertanejo, mas que seja de todo Pernambuco. É chegada a hora de unir Pernambuco”, ressaltou Coelho.

Na entrevista, ele reafirmou o compromisso de trabalhar pela construção da PE-630, de Araripina até Petrolina, melhorando a logística e o transporte nos polos econômicos da região. “A PE-630 tem papel econômico e social de integração muito forte. A gente precisa fazer essa obra em duas etapas: de Trindade até Santa Filomena, para atender o polo gesseiro e da cerâmica, e depois de Santa Filomena até Petrolina”, concluiu.

 

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