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WhatsApp voltou? Veja o que se sabe sobre a queda da rede social

A rede social passou por instabilidade, assim como o Facebook e o Instagram

Elton Ponce Giovanna Torreão
Elton Ponce
Giovanna Torreão
Publicado em 04/10/2021 às 14:19
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Pixabay
WhatsApp fora do ar. A rede social caiu nesta segunda-feira (04) - FOTO: Pixabay
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Atualizada às 19h15

O WhatsApp, rede social mais amada e utilizada pelos brasileiros, ficou mais de seis horas fora do ar nesta segunda-feira (4). O serviço passou por instabilidade, assim como o Facebook e o Instagram, todos do mesmo conglomerado tecnológico, comandado por Marck Zuckerber. Foram mais de 8 mil reclamações sobre queda do WhatsApp. Por volta das 19h, as três plataformas estavam com os serviços sendo restabelecidos aos poucos.

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Veja perguntas e respostas sobre a queda do WhatsApp:

WhatsApp voltou?

Às 19h15, o serviço estava sendo restabelecido.

WhatsApp parou hoje?

Sim, o aplicativo de mensagem apresentou instabilidade no início da tarde desta segunda-feira, 04 de outubro.

Qual a justificativa da empresa?

Através do Twitter, o WhatsApp pediu paciência aos usuários. "Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização aqui assim que possível. Obrigado pela sua paciência!".

Instagram também caiu?

Sim, a rede social Instagram também ficou fora do ar, mas já retornou.

Facebook fora do ar?

Não mais. O Facebook caiu na mesma hora do WhatApp, mas também já está funcionando normalmente.

Teve meme da queda do WhatsApp?

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O apagão global do Facebook

Facebook, Instagram, Whatsapp e Messenger, as duas redes sociais e as duas plataformas de mensagens da empresa com sede na Califórnia, voltaram a funcionar após um apagão sem precedentes que levou o grupo a uma crise dupla, após as revelações condenatórias de uma ex-funcionária.

O incidente, provocado por um problema técnico, constitui a falha "mais importante já observada" pelo Downdetector, que monitora os cortes online. "Bilhões de pessoas foram impactadas pela queda completa do serviço", afirmou o site.

O Facebook pediu desculpas em um tuíte publicado na segunda-feira à noite, quando o aplicativo retornou à operação."Temos trabalhado duro para restaurar o acesso aos nossos aplicativos e serviços e estamos felizes em informar que eles estão voltando a ficar online", afirmou a empresa.Mas a falha aconteceu em um momento delicado para a empresa de Mark Zuckerberg.

A ex-especialista de dados da empresa Frances Haugen entregou à autoridades e ao Wall Street Journal uma investigação particular do Facebook que parece respaldar muitos temores e críticas de longa data sobre a plataforma.O Facebook atribuiu a interrupção dos serviços a uma "mudança na configuração" dos servidores que coordenam o tráfego entre seus centros de dados.

"A interrupção do tráfego da rede teve um efeito cascata na maneira como nossos centros de dados se comunicam, provocando a interrupção de nossos servidores", afirmou o vice-presidente de infraestrutura do Facebook, Santosh Janardhan.

O especialista em cibersegurança Brian Krebs descreveu o que aconteceu como uma remoção por parte do Facebook do "mapa que informa aos computadores do mundo como encontrar suas diferentes propriedades online."Além das pessoas e empresas que dependem das ferramentas do Facebook, Zuckerberg, recebeu um golpe financeiro

.A revista Fortune informou que a fortuna pessoal de Zuckerberg caiu quase seis bilhões de dólares na comparação com o dia anterior, passando a pouco menos de US$ 117 bilhões.Para os concorrentes do Facebook, porém, o dia foi muito bom.O serviço de mensagens Telegram passou de 56º aplicativo gratuito mais baixado nos Estados Unidos para o quinto lugar, segundo a empresa especializada SensorTower.

O app de mensagens criptografadas Signal tuitou que recebeu "milhões" de novos integrantes. Muitas pessoas usaram o Twitter para expressar a frustração com a interrupção por horas de seus contatos, fontes de renda ou ferramentas de negócio. O Facebook tem resistido fortemente à indignação sobre suas práticas e impacto, mas esta é apenas a mais recente crise a atingir seus negócios.

Há anos, legisladores americanos ameaçam regulamentar os gigantes das redes sociais, com a multiplicação de críticas de que essas plataformas atropelam a privacidade, fornecem um megafone para informações erradas e perigosas e prejudicam o bem-estar dos mais jovens.

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