ELEIÇÃO

Eleições suplementares em Pernambuco reforçam confiança nas urnas eletrônicas

Eleições desse domingo (3) em Capoeiras e Palmeirina foram as primeiras do tipo a contar com auditoria das urnas

Augusto Tenório
Augusto Tenório
Publicado em 04/10/2021 às 12:52
Antonio Augusto/Ascom/TSE
Votar em branco ou anular o voto não conduz à realização de nova disputa. A lei diz assim. Somente os votos válidos são computados e permitem identificar o candidato que foi eleito. Não o voto em branco ou o voto nulo. - FOTO: Antonio Augusto/Ascom/TSE
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As eleições suplementares de Capoeiras e Palmeirina, definidas nesse domingo (3), foram as primeiras do tipo a contarem com Auditoria das Urnas Eletrônicas, realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral. O processo ocorreu para demonstrar transparência e credibilidade.

A auditoria acontece em todas as eleições oficiais do país em que se usa a urna eletrônica, mas sua realização em eleições suplementares era inédita. Ela acontece paralelamente à eleição. Para sua realização, selecionam-se aleatoriamente algumas urnas, na véspera da votação, e simula-se uma votação.

Tudo isso ocorre perante o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), partidos políticos, órgãos públicos diversos e qualquer interessado, para atestar que as urnas estão em perfeito funcionamento.

"Não houve nenhuma divergência entre o resultado das urnas eletrônicas e nas urnas de papel. Os votos da auditoria não valem para a eleição, é só para mostrar que não há qualquer tipo de fraude", explicou um assessor do TRE ao Blog.

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