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Estudos apontam que lagostas e caranguejos sentem dor e não devem ser cozidos vivos

O relatório foi feito por especialistas da universidade britânica 'London School of Economics'

Maria Luísa Fernandes
Maria Luísa Fernandes
Publicado em 25/11/2021 às 14:51
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Reprodução/Pixabay
Estudos apontam que lagostas e caranguejos são capazes de sentir dor - FOTO: Reprodução/Pixabay
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Recentemente, uma análise foi feita por especialistas que divulgaram que polvos, caranguejos e lagostas, que são naturalmente cozidos vivos, são capazes de sentir dor com esse tipo de processo. O estudo foi encomendado pelo próprio governo do Reino Unido, que acrescentou os animais em uma lista de seres que devem ser protegidos pelas novas leis de bem-estar animal.

Os estudos para chegar nessa conclusão foram feitos por especialistas da universidade britânica London School of Economics, que analisou 300 estudos científicos para avaliar as evidências de senciência (capacidade de sentir dor ou sofrimento) nesses animais.

Foi com esses estudos que os especialistas concluíram que o grupo cefalópodes (polvo, lulas e chocos) e o grupo de decápodes (lagostas, caranguejos e lagostins) devem ser tratados como seres capazes de sentir dor ou até mesmo sofrimento.

"O projeto de Lei de Bem-Estar Animal fornece uma garantia crucial de que o bem-estar animal seja corretamente considerado ao desenvolver as novas leis. A ciência agora está clara que decápodes e cefalópodes podem sentir dor e portanto é justo que sejam cobertos por esta parte vital da legislação", declarou o ministro do Bem-Estar Animal, Lord Zac Goldsmith, em um comunicado.

O relatório afirma que as lagostas e caranguejos não devem ser cozidos vivos e ainda inclui as melhores práticas para transporte, atordoamento de abate desses devidos animais. 

Informações: Correio 24 Horas.

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