INFLUENZA

Pernambuco já registra 11 mortes pelo vírus Influenza H1N1 e H3N2

Crianças e idosos são os mais atingidos com a doença. No primeiro semestre já foram registrados mais de mil casos da síndrome respiratória aguda grave

JC Online
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Publicado em 05/07/2018 às 15:15
Foto: Divulgação/SES/Miva Filho
Crianças e idosos são os mais atingidos com a doença. No primeiro semestre já foram registrados mais de mil casos da síndrome respiratória aguda grave - FOTO: Foto: Divulgação/SES/Miva Filho
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De janeiro a junho deste ano já foram registradas 11 mortes causadas pela síndrome respiratória aguda grave (Srag). Estes são dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), nesta quinta-feira (5). As faixas etárias que mais foram atingidas com as doenças e vieram a óbito foram as crianças, com idade abaixo de 2 anos e idosos a partir de 60 anos.

Durante o primeiro semestre de 2018, Pernambuco teve 1.162 casos da doença, que pode ser provocada por vírus e bactérias Os resultados laboratoriais confirmaram influenza, que é uma infecção grave no sistema respiratório. Os exames mostram nove casos do tipo H1N1 e dois da H3N2.

Por conta da gravidade e urgência em tratamento, os pacientes ficam internados após apresentarem febre, tosse ou dor de garganta, associado à respiração ofegante descontrolada ou um desconforto respiratório.

No mesmo período em 2017, foram 1.121 casos de Srag, com 67 confirmações para influença H3N2, 28 de influenza B, três do tipo VSR e um caso da parainfluenza.

Vacinação contra a Influenza

Em todo o Estado, 2.334.311 pessoas foram vacinadas, o que corresponde a 97,2% do público alvo da Secretaria de Saúde, que envolve as crianças, gestantes, puéperas, trabalhadores da área de saúde, idosos, indígenas e profesores.

De acordo com a SES, todos os grupos prioritários atingiram a meta mínima de 90% de vacinação. Ainda restam pouco mais de 65 mil pessoas pertencentes a estes grupos para serem vacinadas.

Das crianças, já foram vacinadas 91,6%. Os trabalhadores de saúde superaram o esperado, com 101,7%. As puérperas também registram o número alto, chegando a 119,1% de mulheres em resguardo vacinadas.

Os idosos e indígenas estão no mesmo patamar de público que já recebeu a imunização, com 98,3% e 98,6% respectivamente. Os professores já têm 104,4% do público vacinado.

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