Política na música

Advogados de Bolsonaro entram na Justiça contra Roger Waters

Eles querem convencer o STE de que manifestações do líder do Pink Floyd podem ser consideradas como caixa 2 da campanha de Haddad

JC Online
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Publicado em 27/10/2018 às 16:12
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Eles querem convencer o STE de que manifestações do líder do Pink Floyd podem ser consideradas como caixa 2 da campanha de Haddad - FOTO: Divulgação
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Advogados da equipe de campanha do candidato Jair Bolsonaro, do PSL, entraram com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a inelegibilidade do candidato Fernando Haddad. O motivo é bem inusitado: por conta das seguidas manifestações do cantor e compositor Roger Waters em sua turnê pelo Brasil contra Bolsonaro, a equipe do candidato do PSL quer convencer os magistrados de que o ex-líder de campanha estaria fazendo campenha disfarçada para Haddad. Quem que os juízes entendam, assim, que o apoio de Waters seja considerado “Caixa 2”.

"NEOFASCISTA"

Eles dizem que cada show de Waters chegou a reunir mais de 45 mil pessoas, o equivalente “à população de algumas cidades pequenas brasileiras”. Alegam que os rótulos de neofascista e ditador dirigidos a Bolsonaro por letreiros luminosos ou com palavras por Waters ajudam também a denegrir mundialmente a imagem do ex-capitão militar. Dizem ainda que a campanha de Waters teria beneficiado a campanha de Manuela`Ávila (vice) e Fernando Haddad à presidência.

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