Previsão

Dilma diz que Brasil não enfrenta tsunami, mas maré alta na economia

A expectativa é de que Dilma possa anunciar no dia 29 as primeiras medidas econômicas para o próximo ano

Geise Araújo
Geise Araújo
Publicado em 23/12/2014 às 19:15
EVARISTO SA / AFP
A expectativa é de que Dilma possa anunciar no dia 29 as primeiras medidas econômicas para o próximo ano - EVARISTO SA / AFP
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Em uma confraternização de fim de ano com aliados nesta terça-feira (23), a presidente Dilma Rousseff fez uma previsão positiva sobre o cenário econômico do país para 2015. Segundo relatos, a petista afirmou que o país não vive um tsunami na economia, mas uma maré alta.

A fala foi direcionada para uma plateia de ministros, inclusive futuros assessores, além de líderes de partidos aliados do governo no Congresso.

De acordo com os participantes, o discurso da presidente foi de que o país apresenta as condições necessárias para reagir aos problemas e irá superar eventuais dificuldades. No Planalto, a expectativa é de que Dilma possa anunciar no dia 29 as primeiras medidas econômicas para o ano que vem.

Dilma, porém, tem discutido o corte de despesas com sua nova equipe econômica, integrada pelo futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

A petista tem dito acreditar em "uma nova grande crise", como a de 2008, e voltou a dizer que, no caso do Brasil, as especulações sobre uma "tempestade perfeita" não se confirmaram.

PRESSA

A reunião com aliados ocorreu no Palácio da Alvorada, residência oficial de Dilma, e durou menos de 40 minutos. A presidente puxou um brinde e teria ficado emocionada ao lembrar que parte da equipe deixará o governo.

Ela deixou as negociações sobre a montagem do segundo governo para participar do evento. Dilma deixou o Alvorada antes mesmo de todos os convidados e retornou ao Planalto.

Em aceno ao mercado, a presidente já tinha anunciado os ministros da equipe econômica: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento), Alexandre Tombini (Banco Central) e Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio).


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