IGP-M

Inflação de reajuste do aluguel fica estável na 1ª prévia de agosto, aponta FGV

Com o resultado, o índice acumula aumento de 6,10% no ano e avanço de 11,33% em 12 meses

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Publicado em 10/08/2016 às 11:12
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Com o resultado, o índice acumula aumento de 6,10% no ano e avanço de 11,33% em 12 meses - FOTO: Foto: Acervo/JC Imagem
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O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou variação zero na primeira prévia de agosto, ante avanço de 0,55% na primeira prévia do mesmo índice de julho. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 10, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula aumento de 6,10% no ano e avanço de 11,33% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de agosto. O IPA-M, que representa os preços no atacado, caiu 0,13%, após a alta de 0,47% na primeira prévia de julho. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,33% na leitura anunciada hoje, após subir 0,28% no mês passado. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve elevação de 0,10%, após registrar aumento de 1,69% na mesma leitura do mês passado.

O IGP-M é muito usado para calcular o reajuste dos contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 a 31 de julho. No dado fechado do mês passado, o IGP-M subiu 0,18%. 

IPAs

A inflação no setor agropecuário desacelerou no atacado. Os preços caíram 0,36% na primeira prévia do IGP-M de agosto, após alta de 0,60% na primeira prévia de julho, diz a FGV. A inflação industrial atacadista também teve desaceleração, com queda de 0,03% na leitura anunciada hoje, ante alta 0,42% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,30% na primeira prévia de agosto, após a alta de 2,27% em igual prévia de julho.

Por sua vez, os preços dos bens intermediários tiveram queda de 0,30% na leitura anunciada hoje, após subirem 0,68% na primeira prévia do mês passado. Já os preços das matérias-primas brutas tiveram queda de 0,46%, ante queda de 1,84% na mesma leitura do mês de julho.

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