Finanças pessoais

Veja o calendário das dívidas em 2015

Calendário das despesas ajuda a planejar o orçamento familiar

Giovanni Sandes
Giovanni Sandes
Publicado em 11/01/2015 às 5:35
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O táxi fica mais caro. O ônibus sobe de preço. O pedágio é reajustado. O salário mínimo aumenta. E ainda por cima vem a compra do material escolar. Janeiro mal começou e você já pode ter certeza: seu custo de vida vai subir este mês. E será assim em todo o primeiro semestre: a cada mês ao menos uma conta tem reajuste garantido, como a luz e os medicamentos – sem falar nos preços que variam livremente, como o da carne ou seu aluguel. Neste ano de previsões de inflação alta, o JC traz para você um calendário das dívidas, com as contas do primeiro semestre. Especialistas também dão as dicas de como economizar, quando possível. É uma ajuda para as famílias planejarem o orçamento.

Há dívidas com data certa para chegar, a exemplo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Saber com antecedência as contas que vão ficar mais caras pode ajudar de várias formas. “Hoje se economiza mais dinheiro pagando tributo à vista. Na verdade, pagar à vista é um conselho que sempre dou, mesmo que seja no comércio”, afirma Roberto Ferreira, professor de mercado de capitais da Faculdade Guararapes.

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Calendário das dívidas

Quem tem dinheiro disponível (e está em dia com a prefeitura) já pode aproveitar o desconto de 10% no IPTU. Se não der agora, ao menos dá tempo para economizar até março e aproveitar os 5% de redução do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para quem paga à vista.

Mas o calendário não ajuda só quem tem dinheiro sobrando. Se as contas estão apertadas, é possível usar o calendário para economizar. É o caso da energia. O boleto mais caro da luz, já é certo, vai chegar em maio. Na prática, porém, já no final de abril a energia que sai da tomada está mais cara. É uma das principais dicas para sair do vermelho, segundo a Fundação Procon, de São Paulo: “Em todas as ações, procure sempre uma oportunidade de economizar, mesmo em hábitos cotidianos, tais como utilização de energia elétrica, telefone, água, entre outros.”

 

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