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Camutanga espera balançar as redes pelo Náutico ainda esse ano

O Náutico disputa a semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro contra o Juventude

Karoline Albuquerque
Karoline Albuquerque
Publicado em 12/09/2019 às 12:36
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Foto: Léo Lemos/Náutico
O Náutico disputa a semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro contra o Juventude - FOTO: Foto: Léo Lemos/Náutico
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Se os zagueiros do Náutico fizerem sua tabela de artilharia à parte, Camutanga fica em último lugar por não ter marcado gols na temporada. Diego Silva tem três gols marcados esse ano, seguido por Rafael Ribeiro e até Fernando Lombardi, que chegou por último, ambos com um gol. Mas, um lance valeu mais do que a rede balançada para Camutanga. O defensor evitou um gol do Paysandu, ainda no primeiro tempo da decisão do acesso à Série B, no último domingo (8).

"Foi o gol do ano para mim. Eu não fiz gol, de todos os zagueiros que estão aqui, fui o único até agora que não fiz gol ainda. Tem outro jogo pela frente, espero fazer o gol, mas creio que foi um lance que tenho que comemorar como um gol", destacou o jogador. Ele não consegue nem explicar como tudo aconteceu. Mas, quando viu o goleiro Jefferson ser driblado, só pensou em correr.

"Graças a Deus, consegui tirar aquela bola no momento que estava 1x0 para o Paysandu já. Aquilo ali não comemorei muito na hora porque a gente estava perdendo. Se a gente estivesse ganhando e eu tivesse tirado aquela bola, seria um lance que eu estaria mais comemorando. Vi quanto foi importante esse lance. Se tivesse tomado o segundo gol ali, ia voltar pro segundo tempo com 2x0 e seria mais preocupante pra gente", emendou.

Por enquanto, Camutanga tem duas partidas para conseguir sair do zero e marcar ao menos um gol na temporada atual, na semifinal da Série C contra o Juventude. A última vez em que ele balançou as redes pelo Timbu foi ainda na primeira fase da Copa do Brasil, diante do Cordino. Aquele tento, inclusive, deu a classificação ao Náutico, já que o time perdia e o empate fora de casa garantia a sequência na competição.

"Esse gol tem que sair, porque a cobrança está demais. Meus familiares estão cobrando direto. Minha mãe não entende muito de futebol e fica dizendo “chuta em gol”. Eu digo “mãe, como eu vou chutar em gol lá de trás? Como? Calma”. Vai sair esse gol. Tive um lance no jogo, quando estava 2x1, perdi aquele gol. A ansiedade está grande para que esse gol saia", concluiu o zagueiro.

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