Segurança

Governo francês pede vigilância e serenidade após ataques

As forças de segurança enfrentam indivíduos "que podem atuar sozinhos", o que complica o trabalho dos serviços de inteligência

Danilo Galindo
Danilo Galindo
Publicado em 23/12/2014 às 9:24
Foto: SYLVAIN THOMAS / AFP
As forças de segurança enfrentam indivíduos "que podem atuar sozinhos", o que complica o trabalho dos serviços de inteligência - Foto: SYLVAIN THOMAS / AFP
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O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, pediu "vigilância e unidade" após os ataques dos últimos três dias na França.

Valls negou que o governo minimize os incidentes - um ataque com facas contra policiais e dois atropelamentos intencionais de pedestres -, que aconteceram sábado, domingo e segunda-feira.

"Não minimizamos", disse o premier em uma entrevista à rádio Europe 1, em referência aos ataques em Joué-les-Tours (centro-oeste), Dijon (centro-leste) e Nantes (oeste).

Valls, que pediu aos franceses que "mantenham o sangue frio", se reuniu na segunda-feira com vários ministros para analisar a situação, mas disse que não existe "nenhum vínculo" entre os três ataques.

As forças de segurança enfrentam indivíduos "que podem atuar sozinhos", o que complica o trabalho dos serviços de inteligência.

Um homem ao volante de uma caminhonete feriu na segunda-feira 10 pessoas em um mercado de Natal do centro de Nantes.

No domingo à noite, outro homem de 40 anos com transtornos psiquiátricos atropelou 13 pessoas em Dijon.

No sábado, em Joué-les-Tours, um jovem de 20 anos feriu três policiais a facadas, aos gritos de "Alá é grande".

O agressor foi morto por policiais.

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