Segurança

Disney e outros parques temáticos nos EUA instalam detectores de metais

Presidente Barack Obama afirmou nesta quinta que os Estados Unidos não enfrentam uma ameaça terrorista específica

Giovanna Torreão
Giovanna Torreão
Publicado em 17/12/2015 às 21:44
Foto: RINGO CHIU  GETTY IMAGES NORTH AMERICA  AFP
Presidente Barack Obama afirmou nesta quinta que os Estados Unidos não enfrentam uma ameaça terrorista específica - Foto: RINGO CHIU GETTY IMAGES NORTH AMERICA AFP
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Disney e outras companhias com parques temáticos nos Estados Unidos instalaram detectores de metais em suas atrações, em um momento em que aumentou a preocupação com a segurança nos Estados Unidos, após o massacre de San Bernardino e disparos em massa.

A Disney World começou a usar os detectores de metais nesta quinta-feira em todos os parques de diversões nos estados da Flórida (sudeste) e Califórnia (oeste), informou a porta-voz, Jacquee Wahler, à AFP. "Continuamente revisamos nossas medidas de segurança e implementamos medidas de segurança adicionais quando é conveniente", indicou Wahler.

A companhia, que recebe em seus parques milhões de visitantes por ano, destacou ter adotado outros dispositivos nas semanas passadas, como a proibição de entrar com armas de brinquedo ou que adultos usem fantasias, além de deslocar um número maior de policiais e cães em suas instalações. Além da Disney, as empresas Universal e SeaWorld também informaram ter começado a usar detectores de metais em seus parques temáticos.

"Queremos que nossos visitantes se sintam seguros quando venham aos nossos parques", disse o porta-voz da Universal Tom Shroder, que indicou que a medida estará em período de testes em suas instalações em Orlando, na Flórida, e Hollywood, na Califórnia.

"Esta é uma evolução natural, enquanto analisamos as melhores medidas de segurança para o mundo de hoje", disse Shroder. O SeaWorld informou que os detectores de metal são parte de suas reforçadas medidas de segurança para a época natalina.

O presidente Barack Obama afirmou nesta quinta-feira que os Estados Unidos não enfrentam uma ameaça terrorista específica, em uma tentativa de dar serenidade aos americanos, nervosos, após o massacre de 2 de dezembro em San Bernardino, Califórnia, onde um casal de muçulmanos radicalizados deixou 14 mortos e 21 feridos.

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