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Em Minas, Dilma promete ampliar atendimento com médicos especialistas

Candidata à reeleição, ela defendeu os programas de saúde do seu governo e prometeu novas medidas

Da Agência Brasil
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Publicado em 11/10/2014 às 16:54
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A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, fez campanha neste sábado (11) em Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, onde defendeu os programas de saúde de seu governo e prometeu novas medidas para o setor, como a ampliação no atendimento com médicos especialistas  no caso de um eventual segundo mandato. Entre as ações de seu governo para a saúde, Dilma listou os programas Mais Médicos e Aqui Tem Farmácia Popular, de distribuição gratuita de medicamentos para doenças como diabetes e hipertensão.

“Tínhamos o desafio de resolver um problema urgente, que era a falta de médicos para a população brasileira. Contratamos mais de 14 mil médicos, o que significa cobertura no Atendimento Básico de Saúde para 50 milhões de pessoas que estavam sem atendimento”, disse a candidata, segundo informações de sua assessoria.

Para um novo governo, caso seja reeleita, Dilma prometeu criar um programa para ampliar o atendimento com médicos especialistas, já batizado de Mais Especialidades. “Com atenção básica, resolvemos 80% dos problemas de saúde de uma população. O Mais Especialidades vai criar uma rede de atendimento a especialidades, combinando as estruturas do setor público com consultórios, clínicas e laboratório privados e filantrópicos”.

A candidata do PT voltou a falar de combate à corrupção e a criticar a divulgação de depoimentos de investigados na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, durante o período eleitoral. “Qualquer denúncia tem que ser apurada, doa a quem doer. Ninguém está livre de ser investigado, ao contrário do que acontecia antes”, disse. “As pessoas têm que responder pelo que fazem, pertençam a que partido for. Vazamento seletivo durante campanha tem característica eleitoreira”.

Depois de Minas Gerais, Dilma deve continuar o roteiro de viagens do segundo turno por São Paulo, estado considerado fundamental por sua campanha, onde perdeu para Aécio Neves por uma diferença de cerca de 4 milhões de votos no primeiro turno.

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