Silvio Costa Filho

Silvio Costa Filho fala das projeções para 2020

Deputado analisou o ano durante programa da Rádio Jornal

Ana Gabriela Lima
Ana Gabriela Lima
Publicado em 31/12/2019 às 13:35
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Assessoria de Silvio Costa Filho
Deputado analisou o ano durante programa da Rádio Jornal - FOTO: Assessoria de Silvio Costa Filho
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Em entrevista concedida à Rádio Jornal no programa Passando a Limpo, nesta terça-feira (31), o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos) analisou o ano de 2019 e comentou sobre as projeções para o ano de 2020.

O parlamentar afirmou que o ano de 2019 foi "extremamente positivo" para o Brasil. “Nós estamos terminando o ano onde a perspectiva de crescimento do PIB era 0,6% e estamos fechando com mais de 1,0% do PIB com a menor taxa de juros”, comentou.  

Questionado sobre o andamento das reformas no Congresso em 2020, Silvio acredita que a PEC paralela da Previdência deve avançar ainda no primeiro semestre do próximo ano no Congresso Nacional. “Nós tivemos a conclusão da reforma da Previdência no âmbito federal e hoje já há uma perspectiva de a reforma da Previdência avançar para os estados e municípios”. 

O parlamentar ressaltou a importância de que os governadores avancem nessa discussão ainda no primeiro semestre de 2020 devido ao déficit que fecha o ano de 2019. “Hoje estamos fechando o ano de 2019 com um déficit, juntando estados e municípios, na ordem de mais de 100 bilhões de reais. Recursos que estão tendo que cobrir o déficit da Previdência e que poderiam estar indo para a saúde, educação, segurança pública ou para obras de infraestruturas”, exemplificou.

Reforma administrativa e tributária 

Ainda na entrevista, o deputado falou das projeções de 2020 para as reformas administrativa e tributária. Segundo o parlamentar, essas matérias devem avançar no primeiro semestre de 2020 na Câmara e no Congresso Nacional. 

“A reforma administrativa e o Pacto Federativo vão avançar de forma mais rápida. A reforma tributária tende a se estender mais e há um risco de só ser votada no início de 2021 por que no próximo ano, a partir de junho, vamos ter eleições e é muito pouco provável que os prefeitos e governadores queiram discutir a reforma Tributária no período eleitoral”, concluiu. 

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