Conta de luz

Cliente da Celpe pode doar até R$ 5 para Legião da Boa Vontade (LBV) sem desembolsar nenhum valor

Para participar da campanha de doação consumidor deve aderir aos serviços digitais de débito automático ou concordar em receber a fatura por e-mail

Edilson Vieira
Edilson Vieira
Publicado em 26/05/2020 às 21:46
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Celpe/Divulgação
Campanha solidária quer aumentar o número de clientes que utilizam os canais digitais para receber e pagar a conta de energia - FOTO: Celpe/Divulgação
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A Celpe lançou uma campanha para captar doações para a Legião da Boa Vontade (LBV) e, ao mesmo tempo,aumentar o número de clientes que substituam a conta de luz tradicional pelo formato digital. O valor da doação é de até R$ 5,00 por cliente que aderir aos serviços de débito automático e de fatura por e-mail. A iniciativa, diz a companhia,  tem a finalidade de contribuir com o trabalho social da LBV, que vem sofrendo com os efeitos provocados pela pandemia de covid-19. Para colaborar, não é preciso desembolsar nenhum valor, basta apenas o cliente se cadastrar e permanecer por no mínimo 11 meses como usuário de um dos dois serviços digitais oferecidos pela empresa. Todo recurso destinado à instituição beneficente será assumido pela distribuidora.

ARRECADAÇÃO

Segundo a Celpe, a campanha tem potencial de arrecadar cerca de R$ 1,4 milhão, projetando que 40% dos clientes que já pagam a conta de energia pela internet façam a adesão. Caso o cliente opte apenas pelo serviço de fatura por e-mail, a doação da distribuidora ficará limitada a R$ 3,00. Para as demais opções, o valor será de R$ 5,00. A adesão aos serviços pode ser efetuada por meio do site www.celpe.com.br

A iniciativa faz parte da Conta do Bem, um projeto que congrega todas as ações solidárias da distribuidora por meio da conta de energia. “Esta ação, na qual o cliente opta pelos serviços digitais neste período, foi batizado de Digitalização Solidária. Ela está inserida em um contexto maior que estimula a sociedade a contribuir com o trabalho desenvolvido por instituições reconhecidamente idôneas”, destaca o superintendente de processos comerciais, Leonardo Moura.


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