STREAMING

'Round 6' se torna a série mais assistida na história da Netflix; veja os números

O número é superior à "Bridgerton", que havia sido assistida por 82 milhões de pessoas em 28 dias no fim de 2020

Bruno Vinicius
Bruno Vinicius
Publicado em 13/10/2021 às 11:07
Notícia
NETFLIX/DIVULGAÇÃO
Cena de "Round 6" - FOTO: NETFLIX/DIVULGAÇÃO
Leitura:

Fenômeno nas redes sociais, a série sul-coreana "Round 6" é a produção mais assistida na história da Netflix. A primeira temporada atingiu um público de 111 milhões de assinantes em 25 dias após sua estreia, em 17 de setembro. O número é superior à "Bridgerton", que havia sido assistida por 82 milhões de pessoas em 28 dias no fim de 2020.

"Não vou dizer quem ganhou o jogo, mas posso dizer oficialmente que a Coreia ganhou a Netflix. Assistida por 111 milhões de lares, Round 6 é a minha maior série de todos os tempos.", disse o perfil oficial da plataforma no Twitter.

Anteriormente, a produção coreana já tinha batido o recorde da primeira série da plataforma a ficar no top 1 de todos os 90 países em que a Netflix está presente. Para a métrica, o streaming contabiliza a quantidade de pessoas que clicam no título e permanecem por até 2 minutos. 

O QUE EXPLICA O SUCESSO 

Fruto do fenômeno Hallyu, a "onda coreana", "Round 6" faz parte de um ciclo de investimentos do país asiático na indústria do entretenimento há três décadas.

O retorno que a série trouxe para a suas produtoras, Bucket Studio Co e Siren Pictures, é evidente. Ted Sarandos, CEO da Netflix, afirmou que o seriado pode se tornar o mais assistido da história da plataforma. Além disso, as ações das empresas responsáveis cresceram 50% e 70%, respectivamente.

Mas se engana que todo o suporte do audiovisual, em meio a todo esse retorno, veio totalmente de investimentos privados.

Todas as grandes áreas culturais da Coreia foram pensadas há anos pelo governo. Não por acaso, o K-Pop (Korean pop), o audiovisual e a moda sul-coreana têm ultrapassado os produtos culturais de potências ocidentais históricas, como a França, Itália e Alemanha.

Comentários

Últimas notícias