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Contra o Jacuipense, Santa Cruz deve contar com o retorno de seu maestro

Dos cinco jogos que o Tricolor saiu de campo derrotado no ano, em três, o meio-campista de 31 anos não esteve em campo

Filipe Farias
Filipe Farias
Publicado em 23/11/2020 às 8:02
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ALEXANDRE GONDIM/JC IMAGEM
Didira tem sido o principal articulador de jogadas do Santa Cruz na temporada - FOTO: ALEXANDRE GONDIM/JC IMAGEM
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Presente em 31 partidas, das 39 disputadas pelo Santa Cruz em 2020, o meia Didira é sem dúvida umas das principais peças do time ao longo da temporada. É, na verdade, o ponto de equilíbrio da equipe tricolor. E isso pode ser observado nas poucas derrotas da Cobra Coral no ano. Dos cinco jogos que o Santa saiu de campo derrotado, em três, o meio-campista de 31 anos não esteve em campo: CRB (1x0) e Fortaleza (3x0), pela Copa do Nordeste, e Manaus (2x1), pela Série C. O que mostra que a equipe sente bastante de sua ausência na construção ofensiva das jogadas, nas bolas paradas e, principalmente, na cadência de jogo.

Após a derrota para o Manaus, no último sábado (21), o técnico Marcelo Martelotte lamentou bastante a ausência do meio-campista. "Didira participou de todos os jogos comigo. Desde a minha chegada. Então, eu já sabia que que ia mudar um pouco a característica de jogo do nosso time sem ele", contou o treinador coral, que provavelmente já deve contar com o meia para o confronto diante do Jacuipense, na segunda-feira (30), às 20h, no estádio Pituaçu, pela 17ª rodada da Terceirona.

Didira testou positivo para a covid-19 e por isso não encarou a equipe manauara. O jogador segue isolamento e deve ser liberado para treinar com o restante do elenco na próxima quinta-feira (26). Com isso, ele teria ao menos de dois a três dias de treinamentos antes do embarque para Salvador para poder ficar à disposição de Martelotte para a partida. Assim como Chiquinho - que também se recuperou da covid -, caso Didira viaje para a capital baiana, a tendência é que ele comece no banco, já que vai ficar dez dias inativo e, consequentemente, perder um pouco do seu condicionamento físico.

TIRAR LIÇÕES

Sem tempo para lamentar o revés para o Manaus, Martelotte quer uma reação do Santa Cruz já diante do Jacuipense. "Para podermos definir se essa derrota foi na hora certa, nós precismos mostrar uma reação já nos próximos jogos. Ver se tiramos lições e entendermos o porquê perdemos. E, o mais importante, é voltar a jogar com um nível mais alto para conquistar as vitórias. Temos esses dois jogos para buscarmos a evolução, pois é importante nesse momento. Acredito que essa derrota não terá prejuízo... Mesmo se a gente tivesse de iniciar a próxima fase já no próximo final de semana", garantiu o treinador. Veja no YouTube como foi a jornada esportiva do Escrete de Ouro da Rádio Jornal. 

Depois de encarar a equipe do Jacuipense, o Tricolor do Arruda fecha a primeira fase da Série C diante do Ferroviário, no estádio do Arruda, para só depois entrar no quadrangular final em busca do acesso à Segundona.

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