eleições 2020

Em defesa da privatização e informatização, Charbel Maroun oficializa candidatura à Prefeitura do Recife

O pré-candidato defendeu serviços de qualidade ao Recife e com maior velocidade, a partir da informatização e parcerias com a rede privada

Alice Albuquerque
Alice Albuquerque
Publicado em 31/08/2020 às 22:59
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NOVO Charbel enfatizou que Recife "precisa sair das garras da esquerda" - FOTO: REPRODUÇÃO
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No primeiro dia de convenção partidária, o Partido Novo no Recife oficializou a candidatura do procurador Charbel Maroun à Prefeitura do Recife nesta segunda-feira (31). Além do nome de Charbel, a convenção que ocorreu online também colocou os nome dos candidatos aos cargos de vice-prefeito, com o procurador André Teixeira, e 13 vereadores para a capital. Na ocasião, o candidato defendeu a privatização como melhoria dos serviços públicos, com foco na informatização e livre mercado. 

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"Quando não era moda, já defendíamos o livre mercado, a liberdade de empreender. Falar em privatização era perder voto e a gente já defendia isso, a liberdade do cidadão porque aquele governante que não confia no cidadão não merece governar a cidade. Vamos ter um pilar da nossa campanha, liberdade, cidadão máximo. Tenho andado nos bairros e, onde a gente vai, é falta de pavimentação e saneamento básico. É uma constante em toda cidade, dizem que saneamento não dá voto, mas o nosso foco não é ter voto e se reeleger, é resolver o problema e trazer solução, e a população vai reconhecer isso", disse o candidato na oficialização que contou com a presença do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e do presidente da sigla, Eduardo Ribeiro.

Charbel lembrou que o partido não conseguiu participar das eleições municipais de 2016, e enfatizou que o Recife "precisa sair das garras da esquerda" porque "são muitos anos de mesmice" e defendeu a participação das iniciativas privadas como medida de maior segurança e eficiência. 

"Somos a capital nacional do desemprego. Vivemos uma escuridão do socialismo, do esquerdismo implantado na cidade, que faz com que Recife atenda interesses obscuros. Precisamos de novas ideias para eliminar os problemas. Uma carga tributária mais leve para o cidadão, menos burocracia e mais empregos, melhora no serviço público. Vamos acabar com essa defasagem do nosso saneamento básico, precisamos ter boa relação com o governo federal, isso é básico para crescermos", salvaguardou o procurador.



De acordo com Maroun, com a proposta de evolução na gestão pública e redução da máquina pública, a parceria com as iniciativas privadas melhoram a qualidade dos serviços públicos. "Como saneamento, educação, saúde, mobilidade e trazer menos burocracia e menos impostos para a vida do cidadão, revogando leis inúteis que atrapalham a vida do cidadão", pontuou. Ele defendeu a criação de políticas públicas com base em evidências, "vamos olhar o que foi feito, deu certo e trazer para cá, vamos parar de torrar o dinheiro público". 

Na ocasião, Romeu Zema ressaltou que em Minas Gerais, o serviço público está à serviço do cidadão, "não aos poderosos, como no passado", e defendeu que Recife poderá seguir na mesma linha de atuação. "Esse é o nosso objetivo. Todos os candidatos têm uma grande chace de ser eleito, pois somos um partido diferente. Dependemos dos nossos filiados para caminhar, e não se recursos públicos".

A sigla, que não fará o uso da verba do Fundo Eleitoral para o financiamento da campanha, fez um processo seletivo para avaliar quem sairia como candidato. Para concorrer a vereador, o filiado teve de efetuar o pagamento de uma taxa e participar da seleção, a mesma regra foi para os outros cargos. De acordo com o edital, a estratégia é "identificar, selecionar, capacitar e apresentar à população a melhor nominata possível, de acordo com os valores, o estatuto, as resoluções partidárias e as diretrizes e compromissos partidários". 

Já o processo seletivo para concorrer à prefeito, o filiado teve que passar por três etapas, além da exigência de alguns requisitos como: ter ficha limpa, conhecimento do estatuto da sigla e das resoluções partidárias, experiência mínima de oito anos em posições relevantes no setor público e/ou privado e valores ideológicos e morais em concordância com os parâmetros da agremiação liberal. "Todo mundo que é candidato e participou do processo seletivo é alinhado com as mesmas ideias e os mesmos valores", preservou. 

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