Luto

Amigo de Bruno Covas e ex-companheiro de partido, Daniel Coelho lamenta a morte do prefeito de SP: 'Arrasado'

Daniel lembrou do período de dois anos (2015 e 2016) em que atuou ao lado de Covas na Câmara dos Deputados quando o prefeito de São Paulo também era deputado federal

Luisa Farias
Luisa Farias
Publicado em 16/05/2021 às 12:49
Reprodução/Twitter
"Me sinto arrasado, mas sei que agora é desejar para ele boas energias. Covas grande!", disse Daniel Coelho no Twitter - FOTO: Reprodução/Twitter
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O deputado federal Daniel Coelho (Cidadania) lamentou a morte do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) neste domingo (16) por meio das suas redes sociais. Reeleito em 2020, Covas lutava contra um câncer há um ano e meio. Ele estava internado desde o dia 2 de maio, e um boletim médico da última sexta-feira (14) apontava o seu estado como irreversível. O vice-prefeito, Ricardo Nunes, assume a Prefeitura de São Paulo. 

No seu Twitter, Daniel Coelho lembrou do período de dois anos (2015 e 2016) em que em que atuou ao lado de Covas na Câmara dos Deputados quando o prefeito de São Paulo também era deputado federal. Na época, Daniel Coelho era filiado ao PSDB. Ele citou que o tucano inspirou o movimento dos 'cabeças-pretas' dentro do partido.

"Muita tristeza. Bruno foi um grande parceiro por 2 anos na Câmara. Deputado corajoso, inspirou o que foi o movimento dos “cabeças-pretas”. Me sinto arraso, mas sei que agora é desejar para ele boas energias. Covas grande!", disse Daniel. 


Cabeças-pretas

Esse movimento era capitaneado por lideranças mais jovens dentro do PSDB - daí o nome cabeças-pretas - que se opunham a ala mais conservadora do partido que era favorável ao governo do então presidente Michel Temer (MDB). Os cabeças-pretas, por sua vez, defendiam o desembarque do PSDB do seu governo, em meio ao julgamento da cassação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em junho de 2017. 

Um racha dentro da sigla ocorreu durante a votação da primeira denúncia contra Temer no Congresso Nacional em agosto de 2017. Na época, dos 47 deputados tucanos, 22 foram favoráveis ao arquivamento da denúncia e 21  votaram pela investigação do emedebista. 

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