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Nove brasileiros iniciam busca por título no Mundial de Surfe

Mundial de Surfe começa nesta segunda-feira, na Austrália. Entre os brasileiros está o pernambucano Ian Gouveia, que faz sua estreia na elite

JC Online
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Publicado em 12/03/2017 às 16:30
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Mundial de Surfe começa nesta segunda-feira, na Austrália. Entre os brasileiros está o pernambucano Ian Gouveia, que faz sua estreia na elite - FOTO: Divulgação
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A temporada 2017 do Circuito Mundial de Surfe começa nesta segunda-feira, às 18h (7h da manhã da terça-feira na Austrália), na Gold Coast. Desta vez, nove surfistas representam o Brasil na competição, na tentativa de trazer de volta o troféu de campeão para o País. Se em 2014 Gabriel Medina brilhou e em 2015 Adriano de Souza, o Mineirinho, conquistou sua taça, no ano passado o havaiano John John Florence tirou o Brasil do alto do pódio.

“Espero que esse ano eu consiga novamente entrar em conexão com o mundo da competição. Não que no ano passado não estivesse, mas a ressaca do título pesou bastante. Agora me sinto mais leve e tranquilo e a meta é ser campeão mundial novamente. Quero chegar em Pipeline, na última etapa, com chances de título. Esse vai ser meu foco esse ano. Quero muito voltar a brigar por esse espaço e estou disposto a atingir esse objetivo”, avisou Mineirinho.

Com 30 anos, ele é o veterano entre os brasileiros que vão tentar o título, com destaque ainda para Gabriel Medina e Filipe Toledo, dois surfistas talentosos e que devem brigar pelas primeiras posições. Além deles, estarão representando o País Italo Ferreira, Caio Ibelli, Wiggolly Dantas, Miguel Pupo, Jadson André e o estreante na elite Ian Gouveia, que é pernambucano e filho de Fabinho Gouveia, campeão mundial amador em 1988 e que ajudou a abrir as portas na elite da modalidade para essa nova geração.

COMPETIÇÃO

No total, serão 11 etapas, que somam pontos para o atleta durante a temporada do Mundial de Surfe. Os dois piores resultados são descartados. Justamente por conta disso, os brasileiros sabem que é muito importante começar bem a perna australiana do Mundial, ou seja, ter boa pontuação nos três primeiros eventos do ano: Gold Coast, Margaret River e Bells Beach. Para Gabriel Medina, é fundamental se sair bem logo de cara. “Estou bem animado, concentrado, preparado e pronto para ir bem”, afirma.

Em 2017, a disputa tem tudo para ser equilibrada. Um fator importante é a presença de nomes com muita experiência. Alguns veteranos como Kelly Slater, 11 vezes campeão, e Mick Fanning, três, já avisaram que pretendem brigar até o final da temporada. No ano passado, por exemplo, ambos optaram por não disputar todas as etapas.

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