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Em entrevista, Edno Melo fala dívida do Náutico com Givanildo Oliveira

Presidente do Náutico, Edno Melo afirmou estar reforçando o jurídico do clube alvirrubro para lidar com diversas ações trabalhistas

Túlio Feitosa Túlio Feitosa
Túlio Feitosa
Túlio Feitosa
Publicado em 12/10/2021 às 16:33
BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
Edno Melo, Presidente do Náutico. - FOTO: BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
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Ex-gerente de futebol do Santa Cruz, Givanildo Oliveira havia revelado, durante entrevista à Rádio Jornal, que não só o clube Tricolor como o Náutico também devia dinheiro ao ex-técnico. Também em entrevista à Rádio Jornal, o presidente do Timbu, Edno Melo, falou das dificuldades que o Alvirrubro passa para quitar os acordos com os profissionais que passaram no clube, inclusive com o próprio Givanildo.

"É muito difícil. O passivo do clube beira os R$ 40 milhões e todos os acordos que a gente vem fazendo, teve Kleina, Chamusca, Márcio Goiano... Não vai ter ação trabalhista dessas pessoas, mas existe o compromisso do clube. O compromisso de reduzir o passivo, que é um dos pilares da gestão. Essa gestão diminuiu em 86% o número de ações", ressaltou o dirigente.

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Givanildo Oliveira trabalhou no Náutico pela última vez em 2016, ano em que o Timbu terminou na 5ª colocação da Série B do Campeonato Brasileiro e, por muito pouco, não conquistou o acesso para a Primeirona. Na época, Marcos Freitas e Ivan Brondi eram o presidente e vice do Náutico.

 
 
 
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Eleito em 2017 como candidato de chapa única, Edno Melo assumiu a missão de reerguer o Timbu no cenário do futebol brasileiro. O presidente acabou herdando diversas dívidas e dificuldades num clube que se encaminhava para o rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro.

"O Náutico não está apenas cuidando do futebol, está cuidando do projeto completo, que seja estabelecido para que novas gestões coloque na cabeça essa austeridade que a torcia bate tanto. Mas foi com ela que a gente conquistou três títulos, diminuiu causas trabalhistas, estruturando a parte jurídica do clube, trazendo VP (vice-presidente), advogados", disse o presidente do Timbu.

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"A gente tem todo cuidado, respeito com o profissional para que a gente consiga cumprir do início ao fim do contrato. Importante que fique como cultura do clube. Não adianta falar em reduçao de passivo se uma outra gestão não mantiver e que futuras gestões cumpram o que a gente ta cumprindo", completou.

No final de setembro, o jurídico do Náutico conseguiu reverter a causa trabalhista que envolvia o lateral-esquerdo Kevyn, que acabou saindo do Timbu após não comparecer na reapresentação do elenco para a temporada de 2021, alegando atrasos salariais. Por "abandono do emprego", o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) intimou Kevyn a pagar uma indenização para o Náutico.

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