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Faltou ousadia no planejamento do Náutico para 2021? Veja o que pensa Diógenes Braga

A temporada está chegando ao fim e o Náutico não conseguiu atingir o seu principal objetivo

Carolina Fonsêca
Carolina Fonsêca
Publicado em 18/11/2021 às 21:22
BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
Atual vice-presidente Executivo e de Futebol do Náutico, Diógenes Braga encabeça a chapa da situação - Avança Náutico - na disputa pela presidência do clube. - FOTO: BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
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A temporada está chegando ao fim e o Náutico não atingiu todos os objetivos que tinha para 2021, inclusive o principal deles: subir para a primeira divisão. Além disso, o clube ainda enfrenta outros problemas como atrasos de salários. Será que faltou ousadia para a diretoria no planejamento? Na série de entrevistas com os candidatos à presidência do Náutico, o Blog do Torcedor conversou com o candidato da situação, na chapa Avança Náutico, Diógenes Braga, nesta quinta-feira (18), e ele respondeu o que pensa sobre isso.

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"No futebol se fala muito em 'contrata que a torcida paga', 'é um investimento que vem depois', nós temos uma bandeira de responsabilidade. Por exemplo, a gente está na reta final do ano agora e, todo mundo sabe, a gente está devendo ao elenco. A gente tem uma imagem e uma carteira em aberto, está correndo atrás de recursos. Eu pergunto: se a gente tivesse, lá atrás, estourado a folha, aumentado a folha, tido a ousadia, como é que a gente estaria agora? Será que a gente não estaria com duas ou três imagens e carteiras atrasadas? E será que isso também não comprometeria o acesso?", refletiu. 

Para Diógenes, o Náutico vem em um crescimento gradual nos últimos anos. Como exemplo, o atual vice-presidente Executivo e de Futebol do Timbu e postulante à presidência, lembrou que o clube saiu da Série C com o título de campeão há dois anos, no ano passado brigou para não cair na Série B e conseguiu escapar do rebaixamento e este ano passou a competição inteira na briga pelo acesso. Tudo isso, respeitando a bandeira da responsabilidade que ele frisa ser prioridade para a atual gestão. 

"Existem decisões que são tomadas, então, por exemplo, eu tenho falado repetidamente: em 2017 a gente caiu para a Série C e a gente caiu porque houve uma tentativa de acesso em 2016, no sentido de fazer um time muito bom e se fez um time muito bom e se apostar muito no acesso de 2016, mas infelizmente não aconteceu. E aí comprometeu o ano de 2017 e a gente caiu. Você vai condenar a atitude? Não, você não vai condenar a atitude, mas houve uma decisão naquele momento e essa decisão naquele momento estava pautada no que se acreditava naquele momento. A nossa gestão, desde que a gente assumiu o clube, a gente sempre falou em responsabilidade, a gente sempre falou em um cuidado com o orçamento do clube, sempre falou em um cuidado para conseguir pagar em dia", completou. 

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