Mudanças

Kleber Mendonça Filho dirigirá programação de cinema do IMS

Revista Bravo afirma que pernambucano coordenará também lançamentos de DVD

JC Online
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Publicado em 05/12/2016 às 15:04
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Revista Bravo afirma que pernambucano coordenará também lançamentos de DVD - FOTO: Reprodução
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O cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho confirmou nesta segunda-feira, à noitek, em sua página no Facebook, que aceitou o convite para realizar a curadoria e a programação do Instituto Moreira Salles em Cinema no Rio de Janeiro e na nova unidade de São Paulo.

Ele se dirigiu aos seus amigos e seguidores na rede social para "agradecer aos tantos votos de entusiasmo e boas energias pela noticia que saiu hoje sobre eu passar a colaborar com o Instituto Moreira Salles em Cinema, curadoria e programação". escreveu o diretor dos premiados longas Aquarius e O Som ao Redor. 

"O IMS é uma instituição que sempre admirei impressionado e agora poder trabalhar com eles é uma honra grande, em especial num novo espaço 'state of the art ' na cidade de Sao Paulo. Mostrar, trazer, compartilhar filmes de todos os tipos e formatos e surpreender o publico da melhor forma possível, numa experiência coletiva de sala de cinema, é algo que adoro fazer tanto quanto filmar. E há outras ideias para além da sala escura. Vejo aqui uma continuidade diferente do trabalho que fiz com muito amor por 18 anos na Fundacao Joaquim Nabuco, no Cinema da Fundacao, algo que, acredito, deixou alguma marca na cultura da minha cidade. Desde ja agradeço a equipe incrível do IMS, que fervilha de ideias e energia", concluiu o cineasta, que  coordenará ainda os lançamentos da coleção de DVD do instituto.

POLÊMICA

Após o protesto realizado por ele e sua equipe contra o processo de impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff, durante o Festival de Cannes, Kleber Mendonça Filho sofreu uma série de críticas por conta do seu cargo na Fundaj. A atitude de Kleber foi rechaçada pelo então ministro da Cultura, Marcelo Calero, mas recebeu apoio de muitos nomes da classe artística.

No cargo desde o governo Fernando Henrique Cardozo, o pernambucano pediu exoneração no começo de outubro, alegando que conciliar os compromissos com a carreira cinematográfica com as funções diárias estava se tornando inviável.

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