GÁS DE COZINHA

MPPE alerta revendedores e órgãos oficiais sobre preço abusivo do GLP

O Ministério público também reforçou que a cobrança de preços abusivos podem ser configurar crime contra a ordem econômica

Julia Aguilera
Julia Aguilera
Publicado em 01/06/2018 às 16:24
Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasil
O Ministério público também reforçou que a cobrança de preços abusivos podem ser configurar crime contra a ordem econômica - FOTO: Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasil
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Um alerta sobre o aumento abusivo no preço do gás de cozinha foi emitido nesta sexta-feira (1º) pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e pelo Ministério Público Federal (MPF). As orientações buscam evitar que consumidores sejam lesados com preços exorbitantes devido ao desabastecimento.

Os órgãos orientaram o Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado de Pernambuco e os revendedores a não cobrarem um valor acima do indicado na venda dos botijões. Caso sejam feitos os reajustes reivindicados durante a paralisação dos caminhoneiros, foi sinalizada a proibição da cobrança do preço anterior à greve.

O MPPE e o MPF também alertaram órgãos oficiais, como os Procons estadual e municipais e a Polícia Civil, por meio da Delegacia do Consumidor, a fiscalizar e denunciar as infrações relacionadas ao aumento abusivo no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP). Já a Agência Nacional do Petróleo (ANP), deve encaminhar relatórios sobre aumentos indevidos no preço do gás de cozinha ao longo dos meses de junho e julho.

O Ministério Público ainda alerta que casos de aumentos arbitrários podem configurar crime contra a ordem econômica e contra a economia popular. O MPF acredita que ainda serão necessários alguns dias para que o abastecimento do gás de cozinha seja normalizado.

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