ESTADOS UNIDOS

Rádio do Estado Islâmico reivindica massacre de Orlando

Ataque cometido por um ''soldado do califado'' deixou 50 mortos em uma boate gay

AFP
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Publicado em 13/06/2016 às 7:34
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A rádio oficial do grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta segunda-feira (13) o massacre de Orlando (Flórida, EUA), cometido por um "soldado do califado", que deixou 50 mortos em uma boate gay.

"Deus permitiu ao irmão Omar Mateen, um dos soldados do califado nos Estados Unidos, lançar uma ghazwa (termo islâmico para designar um ataque) em uma discoteca de sodomitas na cidade de Orlando, conseguindo matar e ferir mais de 100 deles", afirma o boletim da Rádio Al-Bayan do EI.

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#PrayForOrlando - Pessoas fazem vigília em frente a hospital de Orlando onde estão vítimas do ataque - Foto: AFP
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Tiroteio em boate gay deixa 50 mortos e 53 feridos em Orlando, Estados Unidos - Foto: AFP
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FBI abriu uma investigação por 'ato de terrorismo' - Foto: AFP
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Boate Pulse, local do massacre de Orlando, é uma das casas noturnas mais emblemáticas da causa LGBT - Foto: AFP
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Suspeito foi identificado como Omar Seddique Mateen, cidadão americano de origem afegã - Foto: AFP
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Presidente dos EUA, Obama classificou o ataque como um ato 'de terror e ódio' - Foto: AFP
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Simpatizantes e membros da comunidade gay pedem paz e fazem vigília no centro de Paris - Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
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Simpatizantes e membros da comunidade gay pedem paz e fazem vigília no centro de Paris - Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
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Simpatizantes e membros da comunidade gay pedem paz e fazem vigília no centro de Paris - Foto: Geoffroy Van Der Hasselt/AFP
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Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP
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Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP
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Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP
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Simpatizantes LGBT na Itália fazem vigília próximo ao Coliseu de Roma pelas vítimas do massacre - Foto: Andreas Solaro/AFP

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