PRÊMIO

Estudo sobre origem do universo dá Nobel de Física a 3 cientistas

O cientistas dividirão o prêmio equivalente a R$ 3,72 milhões

ABr
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Publicado em 08/10/2019 às 7:36
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Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP
O cientistas dividirão o prêmio equivalente a R$ 3,72 milhões - FOTO: Foto: Jonathan NACKSTRAND / AFP
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Os estudos no campo do Cosmos de James Peebles, por um lado, e de Michel Mayor e Didier Queloz, por outro, foram premiados nesta terça-feira (8), em Estocolmo com o do Nobel da Física. Eles dividirão o prêmio equivalente a R$ 3,72 milhões.

Peebles é canadense e os outros dois cientistas nasceram na Suíça. Phillip James Edwin Peebles é um físico de 84 anos. Nascido no Canadá, tem também nacionalidade norte-americana.

Michel Mayor é um astrônomo suíço de 77 anos. Em 1995, descobriu o primeiro planeta extra-solar, o 51 Pegasi.

Didier Queloz, que descobriu com Michel Mayor o Pegasi, tem 53 anos. Os astrônomos usaram o método de velocidade radial no Observatório de Genebra. Foi essa descoberta que deu aos três o Nobel de Física.

Nobel de Medicina

O Prêmio Nobel de Medicina de 2019 foi concedido aos cientistas William G. Kaelin Jr., Sir Peter J. Ratcliffe e Gregg L. Semenza “pelas suas descobertas de como as células sentem e se adaptam à disponibilidade de oxigênio”. O anúncio foi feito ontem (7) em Estocolmo, na Suécia.

Na página oficial do Twitter, a organização do Nobel anuncia os três vencedores com um trabalho que “revela os mecanismos moleculares que demonstram como as células se adaptam às variações no fornecimento de oxigênio”.

Os vencedores são dois norte-americanos e um inglês. William Kaelin, nascido em 1957, em Nova Iorque, é especialista em medicina interna e oncologia. Gregg Semenza, também nascido em Nova Iorque, em 1955, é pediatra e o britânico Peter Ratcliffe, nascido em Lacashirem, em 1954, é perito em nefrologia.

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