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Prefeitura do Recife e construção civil debatem habitacionais de interesse social

João Campos assegurou cerca de R$ 2 bilhões de crédito do BID para o programa ProMorar, que prevê repasse de R$ 500 milhões para a habitação

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Jamildo Melo

Publicado em 02/05/2023 às 20:49 | Atualizado em 02/05/2023 às 21:07
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O Grupo de Trabalho formado pela Secretaria de Habitação do Recife com CREA, Sinduscon-PE, Ademi-PE e Associação Brasileira dos Engenheiros Civis, que tem o objetivo de identificar locais na capital pernambucana para a construção de habitacionais de interesse social, se reuniu nesta terça-feira (02.05). O encontro contou com representantes de mais de 40 construtoras, além de membros da Caixa Econômica Federal.

O secretário Ermes Costa apresentou 12 terrenos possíveis de serem disponibilizados pela Prefeitura para a habitação e provocou os participantes a darem soluções para construção de habitacionais para a chamada faixa 1.

“Estamos em constante diálogo com o setor construtivo em busca de soluções para o déficit habitacional do Recife. É a construção civil que consolida toda a nossa política de habitação. A vice-presidenta da Caixa da área de Habitação, Inês Magalhães, nos garantiu que Recife é prioridade no Minha Casa, Minha Vida. Temos a Prefeitura dedicada a garantir habitacionais de interesse social e o Governo Federal disposto a investir na nossa cidade. Não podemos perder essa oportunidade", afirmou Ermes.

Segundo informou, no evento, a secretaria está para iniciar os programas Bom de Morar, que oferece locação social para famílias com renda de até três salários mínimos e que comprometem mais de 30% com aluguel e está construindo um novo Programa Retrofit junto a Caixa, para a viabilização de recursos a serem utilizados na disponibilização de imóveis sem ocupação no Centro para a transformação em habitacionais.

"Além disso, o prefeito João Campos assegurou cerca de R$ 2 bilhões de crédito do BID para o programa ProMorar, que prevê o repasse de R$ 500 milhões para a habitação".

Faixa 1

A faixa 1 de financiamento do Minha Casa, Minha Vida é destinada a famílias que ganham renda mensal de até R$ 2.640 em áreas urbanas e renda anual de até R$ 31.680 mil no caso de áreas rurais.

No Governo Lula, a União arca com até 95% do valor do imóvel. No novo formato, o teto que pode ser subsidiado passa a ser de até R$ 140 mil nas cidades e R$ 60 mil em localidades rurais.

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