PANDEMIA

Covid-19: sobe para 93% a taxa de ocupação de leitos de UTI da rede pública em Pernambuco

Na rede privada, a taxa de ocupação de leitos de UTI chegou a 89% nesta segunda-feira (1º)

JC
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Publicado em 01/03/2021 às 19:41
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RODOLFO LOEPERT/PCR
Em Pernambuco, a rede pública tem 1.956 leitos para covid-19, entre UTI e enfermaria - FOTO: RODOLFO LOEPERT/PCR
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Com a alta da covid-19 em Pernambuco, a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública do Estado por pacientes com síndrome respiratória aguda grave (srag) chegou ao patamar de 93% nesta segunda-feira (1º). Além disso, 78% das vagas em enfermaria também estão com pacientes que apresentam quadro respiratório grave com sintoma sugestivo de coronavírus. No total, o Estado tem 1.956 leitos voltados para atender pessoas com essa condição: 1.016 são UTI e 940 enfermaria. 

Na rede privada, a taxa de ocupação dos 305 leitos de UTI chegou a 89% nesta segunda-feira (1º). Na enfermaria, que soma 186 leitos, a ocupação é de 48%.

Novas restrições em Pernambuco

Por causa dos crescentes números da pandemia, o governo de Pernambuco anunciou, nesta segunda-feira (1°), a proibição das atividades não essenciais das 20h às 5h, de segunda a sexta em todo o Estado. Além disso, aos sábados e domingos, somente serviços essenciais poderão funcionar. Também estarão fechados clubes sociais, praias e parques nos finais de semana. Nas praias, no entanto, será permitida apenas a prática de atividades esportivas individuais.

As medidas entram em vigor nesta quarta-feira (3) e são válidas até o dia 17 de março. “Passamos o final de semana monitorando os dados da pandemia. O trabalho continuou nesta segunda-feira e, infelizmente, o cenário só se agravou, mesmo com a abertura de novos leitos de UTI. Estamos agora com 93% de ocupação em nossos leitos de terapia intensiva, e nada aponta para a melhora desse quadro. A contaminação e a hospitalização decorrentes da Covid-19 estão em aceleração, e precisamos reduzir o contato social para frear essa escalada dos números”, explicou o governador Paulo Câmara (PSB).

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